Juiz de Fora


Uma experiência de desenvolvimento

Escrito por aiesec » 23 fevereiro 2010 » Comentar!


A aluna do curso de Direito, Tatiana Alvim, viveu a experiência de intercâmbio da AIESEC. A estudante passou dois meses em Bucaramanga, na Colômbia, trabalhando na Corporación Ciudad del Nino; uma fundação da cidade. Tatiana realizou atividades na área recreativa dando aulas de capoeira, de teatro e de dança para crianças. De volta ao Brasil, ela conta como foi a viagem.

“A oportunidade de fazer o intercâmbio pela AIESEC foi incrível não só profissionalmente, como pessoalmente. Os lugares, as pessoas e a cultura que conheci ampliaram meus horizontes e minha visão de mundo, transformando-me numa pessoa melhor e mais completa. A experiência me deixou mais responsável, madura, politizada, mas principalmente mais humana. E isso é algo impagável e imensurável. A lição que fica é de que quem se dá, recebe muito mais em troca, em todos os sentidos. Hoje, vislumbro que o que vivi foi um primeiro passo de um processo que não quero deixar de desenvolver em toda minha vida: de estar sempre disposta a conhecer sem preconceito, ceder e escutar, ter disciplina e estar aberta para o novo.”

 1- Por que você escolheu a Colômbia como o destino do seu intercâmbio?

Eu queria um lugar na América Latina, e que fosse diferente do que a maioria das pessoas busca. Queria que minha experiência fosse única, por isso decidi fugir do óbvio, e então surgiram algumas opções, dentre as quais estava a Colômbia. Analisando as vagas disponíveis, encontrei a de Bucaramanga que casava com minhas expectativas; o que foi crucial na decisão do meu destino final.

2- Quais foram as principais diferenças culturais que você observou entre o Brasil e a Colômbia?

O Brasil parece uma ilha na América Latina, por mais clichê que possa parecer dizer isso, e minha experiência me fez ter essa certeza. Na Colômbia todo mundo sabe sobre cultura, arte, música, política dos outros países latino-americanos, enquanto no Brasil a influência norte-americana é muito mais forte.

Fora isso, a Colômbia é um país que por seu contexto histórico desenvolveu uma juventude muito mais comprometida e politizada que o Brasil, e isso é notável nas mínimas coisas.

Por fim, o país tem músicas, danças e comidas muito diferentes das que temos aqui, o que fez a experiência do intercâmbio ainda mais rica e diferente.

3- Você teve algum problema de adaptação na Colômbia?

Não, pelo contrário. Desde o princípio, fui muito bem recebida e assessorada pelos membros da AIESEC de lá. Na verdade, o povo, de uma forma geral, recebe muito bem os estrangeiros.

4- Como você acredita que o intercâmbio te ajudou a desenvolver liderança?

Um líder tem que ser responsável, comprometido com horários e metas e eu pude desenvolver isso na Corporación Ciudad del Nino. Além disso, estar em um país diferente, com uma língua diferente, costumes diferentes, fez com que eu ficasse mais desenvolta para lidar com situações adversas e imprevistos, tendo mais jogo de cintura nesse tipo de situação.


Categoria: Intercâmbio
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A visão estratégica de um líder

Escrito por aiesec » 10 fevereiro 2010 » Comentar!


Com mais de 60 anos de história, a AIESEC já desenvolveu o potencial de liderança em jovens dos cinco continentes. Tiago Dadalto Schettino vive essa experiência Aieseca. Ele foi vice-presidente de Gestão da Informação da AIESEC em Vitória em 2008 e Gestor de Informações da AIESEC no Brasil em 2009, trabalhando com desenvolvimento de escritórios. Atualmente, continua no cargo de gestor da informação da AIESEC no Brasil.
Tiago também estagiou em grandes empresas do estado do Espírito Santo, como a Vale do Rio Doce, a Arcelor-Mittal e a Aracruz Celulose. O Aieseco chegou a trabalhar como analista da Vale, em Vitória, com suprimentos. Confira a entrevista de Tiago sobre liderança na área de gestão da informação, perfil de um líder e tendências no mercado de trabalho.

1 – Rolf-Dieter Acker, Presidente da Basf na América Latina, afirma: “Para inovar, é preciso pensar não só no que os consumidores querem agora, mas também no futuro.” Como o envolvimento com questões globais interfere na gestão do líder atual?

Para desdobrar sua estratégia em alinhamento com as necessidades externas o líder atual deve ter conhecimento das tendências que lideram o mercado. As questões globais indicam muito dessas tendências, que influenciarão a tomada de decisão nas empresas. O líder deve buscar se envolver com essas questões a fim de ter uma visão externa consolidada, que permitirá discernir melhor as opções estratégicas, táticas e operacionais para o seu negócio.

2 – A implementação de áreas de Gestão de Informação em empresas tem dado muita força a esta área no mercado de trabalho. Quais, a seu ver, devem ser os focos dos líderes que ambicionam seguir esta carreira? Como você vê a atuação destes profissionais no futuro?

Para trabalhar com gestão da informação um ponto fundamental é ter uma capacidade analítica desenvolvida, e esse deve ser o primeiro passo para os líderes que ambicionam essa carreira. Complementam essa capacidade a visão holística e o diagnóstico sistêmico, onde o líder deve ser capaz de alinhar suas soluções com as necessidades da organização. Finalmente, uma capacidade de comunicação é fundamental para traduzir as mensagens percebidas em suas análises.
Esses profissionais estarão embasando a tomada de decisão nas empresas. Combinando as características acima (capacidade analítica, visão holística, diagnóstico sistêmico e comunicação) eles permitirão que os processos decisórios fluam de maneira mais eficiente e dêem mais impacto às estratégias das empresas.

3 – Qual o seu perfil ideal de líder? Em quem você se espelhou?

Para mim o líder ideal é um que equilibra e facilita o time. Ele consegue fazer surgir o melhor daquelas pessoas e as engaja de uma forma única e poderosa. Esse time trabalha integrado e se complementando, com interações produtivas e entregas de alto desempenho.
Eu me espelhei em pessoas que conseguiram fazer isso acontecer em alguns momentos, como um professor meu de artes marciais, uma líder que eu tive na AIESEC e um facilitador que já nos conduziu a algumas decisões. Não conheço algum líder que seja perfeito sempre, mas reconheço momentos brilhantes de alguns líderes. É nesses momentos que me espelho.

4 – Quais seriam, a seu ver, as duas maiores tendências de mercado que influenciarão as empresas nos próximos dois anos?

Primeiramente a Conectividade, pois estamos evoluindo a forma como as pessoas se comunicam e, principalmente, como elas percebem o mundo a sua volta. Cada vez mais surgem novos meios de adquirir e interagir com informações. Setores diretamente ligados com a evolução tecnológica, como o de Telecomunicações, estarão à frente dessa mudança, mas não serão os únicos afetados.
Outra tendência é a Gestão de Talentos, principalmente pela interação cada vez mais forte de gerações diferentes nos postos de trabalho e a necessidade de fidelização desses empregados. O mundo vive uma escassez de talentos perene pelo fato de que as exigências sempre variam e de que as necessidades de trabalho não são previsíveis. Nesse cenário o investimento nos talentos é fundamental, bem como em mantê-los nas organizações.


Categoria: Destaque, liderança
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Liderança segundo um líder

Escrito por aiesec » 06 fevereiro 2010 » Comentar!


A AIESEC é uma rede global que tem o objetivo de estimular a descoberta e o desenvolvimento do potencial de liderança dos seus membros, a partir do trabalho dentro da organização e de intercâmbios profissionais, para que impactem positivamente na sociedade.

Conrado Kaczynski viveu a experiência de liderança dentro da organização. Ele foi presidente da AIESEC em Porto Alegre em 2006, Diretor de Desenvolvimento da AIESEC no Brasil em 2007 e presidente da AIESEC no Brasil em 2008. Atualmente, trabalha com empreendedorismo no Instituto Endeavor. Confira a entrevista de Conrado sobre mercado de trabalho e liderança. 

1- A FIAT já firmou acordo com 44 universidades nacionais e internacionais para aumentar o interesse dos universitários por suas oportunidades. A geração Y é conhecida pela rapidez das experiências e alto fluxo de informação. Quais devem ser os focos do estudante universitário para que esteja preparado para o mercado quando estiver diplomado?

Acredito que nesta fase o foco é obter uma alta VARIEDADE de experiências. Pode ser trabalhar em lugares diferentes, executar diversas funções em um mesmo lugar, realizar trabalhos voluntários, estágios, organizar atividades na faculdade, criar projetos, escrever um blog, viajar. Tudo isso vai gerar um auto-conhecimento que vai ser importante para um universitário entender onde estão os seus pontos fortes, que ainda precisa ser aprendido, o que gosta de fazer e que tipo de trabalho se quer desenvolver depois que estiver com o diploma.

 2- Qual foi a situação pessoal de maior dificuldade como líder?

Várias, a maioria delas relacionada a pessoas. Um dia voltei de uma viagem de 20 dias e encontrei minha equipe de 10 pessoas desalinhada, sem vontade de trabalhar e de mau-humor. Estávamos longe das metas, com prazos curtos, psicologicamente cansados e precisávamos de muito esforço para reverter a situação, mas não tínhamos um pingo de energia para dar a volta por cima. Fui atrás da nossa coach profissional e depois de ouvir que a situação era realmente tão ruim quanto eu pensava, passamos 2 horas montando o conteúdo de um discurso que eu teria que ter com eles, e escolhendo o momento certo para isso. Acertamos no ponto. Nunca tinha visto tanta energia surgir do nada. Nessas horas não adiantou nada do que aprendi na faculdade, método nenhum resolveu e dinheiro era inútil. Foi tudo na fala.

3- Qual o seu perfil ideal de líder? Em quem você se espelhou?

Não consigo ver nenhum perfil que seja ideal. Acho que cada situação, e mesmo cada momento dentro da mesma situação, requer um perfil diferente. Considero competente aquele líder que consegue adaptar suas atitudes de acordo com o momento, sabendo alternar com fluência entre centralização e descentralização, entre foco no curto e longo-prazo, ou entre o caos e a organização. De modo genérico, acho que em todo líder deve agir com o princípio de atingir resultados através das pessoas.

Aos 13 anos tive um professor que sabia lidar com gente melhor que qualquer pessoa que conheci até hoje. Uma das pessoas que eu coordenava tinha uma capacidade de mobilização e influência enorme dentro da equipe, mesmo não estando na posição de “chefe”. E um dos presidentes da AIESEC que eu conheci falava de uma forma tão persuasiva e envolvente que acabava conseguindo convencer e levar as pessoas à ação em quase todas as idéias que comunicava. Essas foram algumas pessoas em quem eu me espelhei.


Categoria: Alumnus, liderança
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A história da AIESEC contada por um ex-membro

Escrito por aiesec » 01 fevereiro 2010 » Comentar!


Este ano, a AIESEC Internacional completa 62 anos. Durante todo esse período, a organização seguiu a missão da busca pela paz e do desenvolvimento das potencialidades humanas.  Organizando alguns arquivos, o presidente da AIESEC em Porto Alegre encontrou um email enviado, em 1998, por um ex-membro da AIESEC contando como a organização nasceu. Leia abaixo a versão da história da criação da AIESEC contada por um ex-membro.

”Era maio de 1945. A rendição do general Alfred Jold pos um fim ao pesadelo europeu que durou seis anos. Churchill fez o sinal de paz e amor, ao mesmo tempo em que a vitória era celebrada com música e demonstrações democráticas.

Europa? Bem, nós poderíamos muito bem nos referir ao que restou da Europa. A verdade é que o velho continente transformou-se em um lugar onde comemorações tinham como razão esquecer as carências causadas pela ruína econômica pós-guerra. A Alemanha transformara-se em um grupo de cidades e vilarejos completamente demolidos. Sua população, reduzida quase pela metade, estava passando fome e vivendo de caridade de países vizinhos. Os sobreviventes estavam ocupados removendo os escombros das cidades.

A guerra havia destruído 55 milhões de pessoas, ferido 35 milhões e causado o desaparecimento de 3 milhões. As únicas coisas que permaneceram iguais foram as discussões entre as nações e a pobreza.

Na Conferência de Postdam, em julho de 1945, era claro o início da divisão do mundo em dois grandes blocos: URSS e as nações ocidentais. Uma sensação de terror e de incerteza permaneceu no ar ao longo dos anos, apesar das boas intenções das 50 nações que assinaram um contrato de paz com as Nações Unidas em junho de 1945. A Guerra Fria começa.

Em 17 de março de 1948, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Grã-Bretanha, Itália e França formam a Western European Union, com objetivo de defesa. Neste clima tenso, reforçado pela Guerra Fria, nasce a OTAN. Esta era a situação do mundo naqueles anos.

Eric Malson era um estudante de Economia. Tinha 23 anos quando a guerra acabou. Apesar de seu país natal, a Suécia, ter permanecido neutro na guerra, Eric ficou sensibilizado pela desgraça em que se encontrava seu continente. A situação desesperadora em que se encontrava a Europa após tanta matança desnecessária o entristecia muito. Ele se rebelou contra o modo de vida na época. Para ele, um ser humano era só um ser humano, não importando sua raça, ideologia ou religião.

Em janeiro de 1946, Eric escreveu uma carta para um velho amigo na Alemanha. Eles haviam se conhecido há sete anos, na Suécia, durante o período de férias. Apesar de não esperar resposta, resolveu arriscar e escrever mesmo assim. Com o passar dos meses, Eric tornara-se desesperançoso, mas, seis meses depois, recebeu uma carta da Alemanha. A letra, contudo, era da irmã do seu amigo.

O que ela escrevera foi horrível. Na carta, ela contou a Eric sobre a tragédia ocorrida com a família. Seu amigo morrera numa batalha contra a Rússia. Uma das pernas do seu pai havia sido amputada, e seu outro irmão havia desaparecido. A casa da família, em Hannover, fora reduzida a cinzas. Para eles, tudo havia terminado. Todo o esforço de uma vida havia acabado em nada. Não havia esperança.

Eric sentiu seus olhos cheios d’água ao fitar o horizonte. Estava desesperado e, ao mesmo tempo, com raiva. Batendo na mesa, gritou: PAREM!

Eric sentiu que tinha que fazer algo para evitar que acontecesse outra guerra. Não tinha a mínima idéia de como poderia fazê-lo, do alto de sua humilde posição de estudante de Economia. Desde o começo, sabia que precisaria do apoio de outras pessoas, pessoas que sentiam como ele e que compartilhavam seus ideais. Ele teria que procurar por pessoas que passaram pela tragédia da guerra e gostariam de, alguma maneira, melhorar o mundo. Teria que procurar por estas pessoas por toda Europa. E tais pessoas teriam que ser jovens, porque são jovens os responsáveis pelo futuro, futuro que reergueria a Europa após a guerra.

Eric decidiu escrever para amigos por toda a Europa. Enviou dez cartas e recebeu três respostas. As três respostas. As três respostas recebidas eram de estudantes de Economia, que se deliciaram com o ponto de vista de Eric. E isso foi o suficiente para Eric continuar. Era janeiro de 1947.

Alguns meses depois, Eric marcou uma reunião com um antigo professor. Ele tinha boas notícias: sete universidades de sete países diferentes na Europa haviam mandado respostas positivas quanto à proposta de Eric. Eles decidiram ir mais longe, e organizaram uma reunião a fim de formular e coordenar todos os esforços possíveis para construir uma Europa melhor.

A reunião aconteceu no Grand Hotel de Estocolmo. Era março de 1948. Pessoas vieram da Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, França, Bélgica e Países Baixos. Todos sentaram ao redor de uma mesa, metade falando inglês, metade falando francês, mas todos, de alguma maneira, se entendiam. Apesar de, no início, ninguém saber o que seria o resultado daquela reunião, todos tinham esperança e uma mesma visão de futuro. Ao fim da reunião, os participantes haviam dado a luz a algo chamado AIESEC.”


Categoria: Destaque
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Uma Inglesa em Juiz de Fora

Escrito por aiesec » 29 janeiro 2010 » Comentar!


Em novembro de 2009, a AIESEC em Juiz de Fora recebeu a intercambista Rosamund Parker. Ros, como costuma ser chamada, tem 22 anos e mora na Inglaterra. A estudante de Engenharia Civil veio ao Brasil para ser trainee da escola Sistema Degraus de Ensino, que trabalha com crianças do berçário ao nono ano. Ros concluiu o intercâmbio e agora está visitando outros países. Antes de deixar ao Brasil, a inglesa contou um pouco sobre a experiência que viveu em Juiz de Fora. Confira a entrevista.

O que você estuda em seu país?

Eu estudei Engenharia Civil na Universidade Cardiff em Wales. Eu fiz meu curso superior em quatro anos e me formei em julho de 2009.

Por que você decidiu viajar pelo Programa de Intercâmbio da AIESEC?

Porque é uma oportunidade única. Eu posso aprender a língua e a cultura brasileira. Eu não poderia ser uma turista e conseguir mergulhar em um estilo de vida.

Onde você está trabalhando e como é o seu trabalho?

Em uma escola chamada Degraus. Eu dou auxílio em aulas bilingues. Nestas classes as crianças são muito novas e nós brincamos com elas e realizamos atividades divertidas. A ideia é sempre conversar em inglês com elas para que absorvam a língua. Eu também dou auxílio em aulas de língua inglesa para crianças mais velhas.

O que você mais gosta no seu trabalho aqui?

Das crianças. Elas são realmente muito divertidas para trabalhar, têm bastante energia. Estão realmente empolgadas em tentar conversar comigo. Elas também são muito engraçadas.

Qual foi a maior diferença que você encontrou aqui?

Há muitas diferenças. Os relacionamentos são mais informais, por exemplo, nas escolas. Eu também achei os brasileiros muito hospitaleiros; o tempo é muito quente; a comida é muito diferente, é extremamente doce. Vocês colocam açúcar em tudo!!!

Por que você quis fazer um intercâmbio? Por que você o considera importante para sua vida?

Atualmente, eu quero experiências de vida diferentes. Não apenas viajar e visitar lugares. Quero ter tempo para construir amizades e também realmente entender uma cultura diferente. Eu considero que isso pode ser muito importante em meu futuro. Eu amo o Brasil e posso imaginar-me pegando um emprego na área de engenharia aqui no futuro.

Por que você recomendaria o intercâmbio da AIESEC?

Porque a estrutura do trabalho é organizada. Há muito suporte quando você está no intercâmbio. Você faz o intercâmbio com muito menos medo. É também fácil encontrar as pessoas quando você chega a um novo lugar. Então, você não se sente sozinho.

Próximos passos: O que você pretende fazer quando voltar? Você pretende fazer outro intercâmbio?

Eu vou viajar pela América do Sul após concluir meu trabalho no Brasil. Depois, vou para Nova Zelândia, Austrália e Tailândia. Quando eu voltar, quem sabe? Mas, eu sei que eu vou voltar ao Brasil algum dia em minha vida!


Categoria: AIESEC Juiz de Fora, Destaque, Intercâmbio
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AIESEC em JF abre inscrições para intercâmbio

Escrito por aiesec » 19 janeiro 2010 » Comentar!


A AIESEC em Juiz de Fora inicia as inscrições para 10 vagas de intercâmbios profissionais. Os interessados têm até o dia 25 de janeiro para preencher o formulário que se encontra no site. Abaixo você tem acesso a descrição do Processo Seletivo e das vantagens do intercâmbio da AIESEC. Confira também as cidades de destino, o mês de início do intercâmbio, o salário (se houver) e outros detalhes sobre o trabalho.

 

Como é o processo?

1- Você se aplica a uma das vagas. O único pré-requisito é ter menos de 30 anos, ser formado até dois anos, ser graduando ou pós-graduado.

2- Caso você seja selecionado, entramos em contato com você e agendamos uma entrevista pessoal; que é feita em inglês.

3- Caso você seja aprovado na entrevista feita pela AIESEC em Juiz de Fora, a organização estrangeira que está oferecendo a vaga fará uma segunda entrevista com você.

4- Aprovado nas duas entrevistas, você passará por um período de introdução na AIESEC em que conhecerá mais a organização e os nossos valores e terá uma preparação cultural sobre o país do intercâmbio.

5- Você está pronto para viajar e receberá todas as instruções de como proceder, através da AIESEC em Juiz de Fora.

6- Chegada no país do intercâmbio e início do trabalho.

* Caso você não tenha sido selecionado, você irá receber um email da AIESEC em Juiz de Fora e poderá receber feedback.

** O seguro saúde, o visto, a passagem e a manutenção no pais de destino são de responsabilidade do intercambista.

*** A taxa de serviços paga a AIESEC em Juiz de Fora varia de R$ 1000,00 a R$ 2000,00.

 

Qual é o diferencial do intercâmbio da AIESEC?

As taxas administrativas da AIESEC estão muito abaixo do mercado por se tratar de uma organização internacional que não tem fins lucrativos. O objetivo da AIESEC é desenvolver seus integrantes a partir de experiências como o intercâmbio.  Ao ser selecionado para alguma das vagas, você já é um Aieseco e terá suporte internacional durante  todo o seu intercâmbio. Ao chegar ao país do intercâmbio, você será recebido pelo comitê da AIESEC na cidade e terá garantidos acomodação, transporte e alimentação durante o período de intercâmbio.

Durante o intercâmbio você preenche avaliações de qualidade e a AIESEC em Juiz de Fora manterá contato para ter certeza de que suas expectativas estão sendo superadas.

Conheça as vagas:

1- Odessa, Ucrânia - Nome da organização/Projeto: “Mundo sem Fronteiras” – Início: Fevereiro/10 – Área de atuação: Estudos para o Desenvolvimento e Educação Cultural. Local: Escolas e orfanatos. Trabalho Voluntário

2- Odessa, Ucrânia - Nome da organização/Projeto: “Mundo sem Fronteiras” – Início: Fevereiro/10 – Área de atuação: Estudos para o Desenvolvimento e Educação Cultural. Local: Escolas e orfanatos. Trabalho Voluntário

 

3- Kocaeli, TurquiaNome da organização/Projeto: “Meet my Friend” – Início: Fevereiro/10 – Área de atuação: Educação Cultural e Ciências Sociais. Local: Departamento de inglês de escolas de escolas médio na Turquia. Trabalho Voluntário

4- Chandigarh, Índia - Nome da organização/Projeto: “Tajinder’s English Tutorials” – Início: Fevereiro/10 – Área de atuação: Educação Cultural e Educação de Matérias. Local: Ensino. Salário: 186 dólares ou 8000 rúpias indianas

5- Budapeste, Hungria - Nome da organização/Projeto: Children’s care service – Início: Março/10 – Área de atuação: Estudos de Desenvolvimento e Educação Cultural. Local: Departamento de cuidados com crianças. Trabalho Voluntário

6- Budapeste, Hungria - Nome da organização/Projeto: Special Kindergarten and School of Kecskemét – Início: Março/2010 -Área de atuação: Educação Cultural. Local: Dentro das casas de crianças. Trabalho Voluntário

7- Budapeste, Hungria - Nome da organização/ Projeto: First Reception Home of TEGYESZ – Início: Fevereiro/10 – Área de atuação: Educação Cultural. Local: Departamento de cuidado com crianças. Trabalho Voluntário

8- Budapeste, Hungria - Nome da organização/Projeto: Montessori Mária Kétnyelvü Óvoda és Bölcsöde – Montessori Bilingual Nursery and Creche – Início: Fevereiro/10 – Área de atuação: Educação Cultural e Ensino de Línguas. Local: Creche e escola de enfermagem. Salário: 320 dólares

9- Debrecen, Hungria - Nome da organização/Projeto: Experience Diversity – Programa Embaixador Cultural – Início: Abril/10 – Área de atuação: Educação Cultural. Local: Educação. Trabalho Voluntário

10- Bogotá, Colômbia - Nome da organização/Projeto: Corporación Mano Cambiada – Início: Fevereiro/10 – Área de atuação: Empreendedorismo. Local: Cozinha. Salário: 325 dólares

As inscrições para essas vagas já se encerraram


Categoria: AIESEC Juiz de Fora, Intercâmbio, Lugar certo na hora certa, Notícias, Processo Seletivo
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AIESEC em Juiz de Fora recebe prêmios nacionais

Escrito por aiesec » 13 janeiro 2010 » Comentar!


A AIESEC em Juiz de Fora ganhou três prêmios no encontro nacional da organização realizado na cidade de Atibaia – SP entre os dias 17 e 21 de dezembro de 2010. Concorrendo com outros 29 escritórios, das cinco regiões do Brasil, a sede de Juiz de Fora ficou com os prêmios de Crescimento Relativo de intercâmbios, Eficiência em Intercâmbios e Auditoria de Contas. Abaixo alguns depoimentos sobre a premiação:

 

A Diretora de Intercâmbios Estudantis da AIESEC no Brasil, Laissa Soares, explica o que é analisado em cada uma das premiações:

“O prêmio de crescimento relativo de intercâmbios premia as instituições que tiveram um papel essencial na contribuição para a rede da AIESEC, índice de satisfação de suas experiências e sólido desenvolvimento em saúde de processos e performance da membresia. O prêmio de eficiência de intercâmbios premia as entidades que garantiram o maior número de experiências com índice satisfatório de qualidade de acordo com sua realidade. No caso de Juiz de Fora, competiram todas as instituições criadas nos últimos três anos. O prêmio de auditoria de contas premia a transparência e a sustentabilidade dos processos internos de auditoria de contas na entidade. A AIESEC no Brasil parabeniza a AIESEC em Juiz de Fora pelos três prêmios recebidos, e acredita que os prêmios servirão como incentivo para que a AIESEC em Juiz de Fora continue como uma das referências dentre as entidades do Brasil, e possa realizar feitos ainda maiores no próximo ano.”
 
A Presidente da AIESEC em Juiz de Fora no ano de 2009, Faviane Teixeira, destaca o significado dos prêmios:

“Os prêmios são o reconhecimento dos nossos membros e um incentivo para que o nosso impacto continue crescendo na cidade de Juiz de Fora e nas pessoas interessadas no desenvolvimento através da experiência na AIESEC. Atingimos um crescimento de 1000% no número de intercâmbios, se comparados ao último ano, e garantimos um alto índice de satisfação dos envolvidos nos processos. Isso é fruto de muito trabalho e dedicação para desenvolver os membros e criar experiências que mudem a vida das pessoas que passam pela instituição.”

O atual presidente da AIESEC em Juiz de Fora, Leonardo Civinelli, afirma que a organização quer manter os resultados positivos e aumentar o impacto em Juiz de Fora:

“A gestão da AIESEC em 2010 pretende não só manter estes resultados, que nos dão tanto orgulho, mas aumentar as nossas possibilidades de impactar positivamente na cidade de Juiz de Fora e na região. Já temos 11 pessoas com malas prontas para viajar até março, com destinos que variam da Hungria ao Egito, e temos contratos assinados com empresas juizforanas que receberão novas tecnologias e conhecimentos através dos trainees que estão para chegar. A Gestão de 2010 assume o compromisso de concretizar a AIESEC em Juiz de Fora enquanto instituição de excelência e garantir o impacto positivo em seus membros, parceiros, intercambistas e em toda a cidade.”


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Terças Empreendedoras recebe Vinícius Mont Serrat

Escrito por aiesec » 30 novembro 2009 » 2 Comentários


O Núcleo de Empreendedorismo da Faculdade de Engenharia, Nempe, em parceria com a AIESEC em Juiz de Fora e as empresas juniores Porte e Mais realizam mais uma terça empreendedora. A palestra marcada para a próxima terça-feira, dia primeiro de dezembro, às 17h.
O palestrante convidado para o encontro é Vinícius Mont Serrat. Vinícius é graduando em Administração pela Universidade Federal de Juiz de Fora, diretor da agência digital Café Azul e co-fundador da I9 Business. Atua elaborando e executando estratégias de ações em mídias sociais. Nos últimos anos trabalhou elaborando estratégias de mídia social para grandes marcas como Grupo Santander, Oi e Ford. Vinícius vai falar sobre as suas experiências empreendedoras e sobre sua carreira profissional
As Terças Empreendedoras são gratuitas e abertas ao público. O evento acontece no autitório do Nempe, localizado na Faculdade de Engenharia.


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“Terças Empreendedoras” começam hoje, 17h, na Faculdade de Engenharia

Escrito por aiesec » 17 novembro 2009 » Comentar!


Da Dircom, UFJF.

“ O Núcleo de Empreendedorismo (NEMPE) da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) inaugura seu auditório e lança o projeto Terças Empreendedoras, nesta terça-feira, dia 17, às 17h.

A primeira edição das Terças Empreendedoras terá a presença da jornalista Daniela Arbex, que vai falar sobre sua premiada carreira. Daniela se formou em 1995 pela UFJF e se especializou em Comunicação e Cultura na UFRJ/UFJF. Em 2008, concluiu o curso de Desenvolvimento Humano com ênfase em educação pelo Instituto Ayrton Senna e Universidade do Texas. Ela é repórter especial do jornal Tribuna de Minas, onde trabalha na editoria de Geral, há 14 anos. É, também, membro da Rede Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi) no Brasil e na América Latina e da Rede de Jornalismo Investigativo da América Latina.”

Confira a matéria na íntegra no portal da UFJF

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Conheça mais sobre o Núcleo, no site www.ufjf.br/nempe


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O que é que a Colômbia tem?

Escrito por Hellen Katherine » 11 novembro 2009 » Comentar!


helena1Em julho deste ano, a estudante de Comunicação Helena Lage Tallmann partiu para realizar seu intercâmbio pela AIESEC Juiz de Fora. Destino? A Colômbia! Durante três meses, a nossa intercambista viveu na cidade de Bucaramanga, para trabalhar na Corporación Ciudad del Nino, uma fundação da cidade. De volta ao Brasil em setembro, ela conta agora os detalhes da viagem e revela o que é que a Colômbia tem.  Confira a entrevista e as fotos!

Qual era o seu trabalho em Bucaramanga?

Eu trabalhei na Corporación Ciudad del Nino, que é uma fundação para meninos de 8 a 15 anos em siruação de risco, ou seja, moradores das partes pobres da região onde eu estava.

Do que você mais gostou na Colômbia? E o que mais estranhou?

Eu gostei da receptividade, todos foram muito prestativos e muito calorosos comigo, também gostei da música de lá, muito boa para escutar e para dançar! O que eu mais estranhei é que lá eles, às vezes, comem sopa no café da manhã, e lá faz sempre um calorão! Tirando o fato da sopa, eles têm um doce que parece feito com uma hóstia gigante e com doce de leite, muito bom, chama Oblea. Além disso, na região onde eu estava era chique comer uma formiga que eles chamam de Culona, eles fazem ela frita, parece um amemdoim e é bem caro.

Qual foi o maior aprendizado do seu intercâmbio?

Eu aprendi a falar em público e me manter firme. Os meninos eram muito bonzinhos, mas bastante agitados e enérgicos, tinha que ter pulso firme, jogo de cintura e paciência para ganhar o respeito e a amizade deles.

Qual foi o lugar que mais te marcou?

De todas as cidades que eu visitei, sem dúvida, a mais marcante foi Cartagena. A cidade é localizada no Mar do Caribe e o oceano é maravilhoso, dividido em várias cores. Além disso, Cartagena possui uma parte antiga e histórica que é simplesmente linda.

Como você foi recebida pela AIESEC de Bucaramanga?

A AIESEC de lá me recebeu muito bem e me deram apoio no que eu precisei, mas como eu morei um pouco longe e morei com outras pessoas, fora da organização, acabei que fazendo outras amizades e não tive muito contato com eles.

Como está sua carreira dentro da AIESEC agora?

Assim que eu voltei da Colômbia, procurei a AIESEC porque vivenciei o que ela fez por mim e acredito que ainda tenho muito o que aprender. Agora, eu sou membro do time de intercâmbios e sou resonsável por um intercambista também.

Por que você recomendaria o intercâmbio pela AIESEC?

Eu recomendaria um intercâmbio da AIESEC pelo suporte que você recebe durante todo o tempo de realização da viagem e porque eu vejo chances reais de desenvolvimento pessoal nos intercâmbios da AIESEC, além de haver os mais variados tipos de intercâmbio para interesses diferentes.

Pretende viajar novamente?

Pretendo viajar para a Turquia para visitar uma amiga de lá. Além disso, pretendo voltar à Colômbia porque amei o país,as pessoas, a cultura. E também tenho interesse de fazer um intercâmbio Lugar Certo na Hora Certa, pela AIESEC daqui a algum tempo. Acredito que conhecer outros países, ainda mais por um intercâmbio como esse, é uma experiência única que todos deveriam ter a oportunidade de viver, pois é um aprendizado constante.
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