Juiz de Fora


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Seja um Cidadão Global

aiesec » 01 novembro 2011 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio » No Comments

Procurando a experiência que vai mudar a sua vida? Além de desenvolver as competências exigidas hoje pelo mercado de trabalho, ser um Cidadão Global vai te transformar em um agente transformador do mundo.

Veja os diferenciais do programa de intercâmbio voluntário:

- Experiência voluntária e internacional simultaneamente;
- Oportunidade de conhecer uma cultura totalmente diferente;
- Viver uma experiência cultural e de impacto social;
- Vivenciar um ambiente de diversidade em projetos sociais com intercambistas de vários lugares do mundo.

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AIESEC realiza feira cultural

aiesec » 19 junho 2011 » In AIESEC em Juiz de Fora, Eventos » No Comments

A AIESEC Juiz de Fora realizou nos últimos dias 1º e 2 de junho o Global Village, uma feira cultural onde os espectadores conheceram mais sobre a cultura, o idioma e tradições de outros países. O evento foi imperdível para quem se interessa pela diversidade cultural.

A animação dos AIESECers e  dos intercambistas – que estão tendo a sua experiência internacional na cidade através da AIESEC- atraíram muitos alunos e curiosos que passaram pelo Restaurante Universitário da UFJF e pelos salões da Universo e da Faculdade Estácio de Sá. Um quadro com várias fotos das experiências dos intercambistas atraiu olhares e suscitou vontade em várias pessoas que perguntaram sobre os intercâmbios e a organização.

O estudante de administração da UFJF, David Franco, esteve presente e elogiou o evento. “O Global Village está muito bom, gosto muito dos paises representados como a Colômbia, a Turquia e a Rússia!”.

Eduardo Lacerda, um dos organizadores do evento explicou que “o foco é mostrar a possibilidade de intercâmbio para países que não são tão visados, como os do Leste Europeu e da América Latina. Mas também lembramos que estamos presentes em mais de cento e dez paises, então há muitas opções”.

Uma das pessoas mais animadas da feira era a trainee colombiana Jimena Rincón, voluntária internacional na Escola Estadual Henrique Burnier, que em portunhol explicou “gosto muito desses eventos que chamam atenção e posso mostrar um pouco mais da Colômbia para outras pessoas.” Além disso, era só elogios para o Brasil e a recepção proporcionada pela AIESEC: “Estou adorando o Brasil, as comidas , ‘as gentes’, são todos muito legais!”

A AIESEC em Juiz de Fora agradece a Universidade Federal de Juiz de Fora, a Universo e a Estácio de Sá pelo espaço cedido para a realização do evento!

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AIESEC no Brasil conquista título de OSCIP

aiesec » 14 abril 2011 » In AIESEC em Juiz de Fora, Destaque, Notícias » No Comments

O Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Justiça, qualificou a AIESEC no Brasil como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). O título é, além de um sinal de importância da AIESEC dentro do país, a garantia de novos benefícios que auxiliarão a organização a manter o enorme crescimento que teve desde que foi fundada no Brasil em 1970.

O processo começou em setembro de 2010 e a aprovação veio no último mês. O Diretor de Finanças da AIESEC no Brasil, Rafael de Sousa, explica mais sobre o título que foi conquistado.

“Ele significa que temos possibilidade de conseguir doações de qualquer empresa (tributada pelo lucro real) para a AIESEC para que utilizemos essa doação para projetos sociais.  Em contrapartida, as empresas ganham abatimento nos seus impostos na hora da declaração ao governo. É excelente isso pois já temos potenciais claros de doação e pode nos trazer muitos intercâmbios a mais. Além disso temos a possibilidade de isenção de vários impostos e de doação de mercadorias apreendidas pela Receita Federal”.

 

Blog AIESEC Brasil: http://www.aiesec.org.br/blog

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Resultados da AIESEC no Brasil em 2010

aiesec » 09 fevereiro 2011 » In AIESEC em Juiz de Fora, AIESEC Juiz de Fora, Intercâmbio » No Comments

O ano de 2010 foi inesquecível para AIESEC no Brasil, tanto pelo crescimento quanto pelos grandes resultados atingidos. O jeito brasileiro de ser AIESEC nos permite oferecer experiências completas e relevantes. Confira nossos números:

Número de membros da AIESEC no Brasil: 2984

Entidades (escritórios): 33

Pessoas que exerceram cargos de liderança: 1192

Pessoas que fizeram intercâmbio: 1395

Experiência completa – membros que fizeram intercâmbio e exerceram cargo de liderança (não necessariamente nessa ordem): 268

Crescimento

Em 2010, foram no total 1395 intercâmbios realizados, um crescimento de 105% em relação a 2009 (680 intercâmbios).

Desses 1395, 846 foram de brasileiros que foram fazer intercâmbio no exterior. 549 são intercâmbios de estrangeiros em projetos e parcerias da AIESEC pelo Brasil.

Tudo isso mostra que a AIESEC está no caminho certo, pronta para oferecer o desenvolvimento da liderança aos jovens e proporcionar as maiores experiências. Queremos liderar as tendências para desenvolver os jovens, através de uma rede global diversa, impulsionando mudanças positivas. E você, também quer fazer parte disso tudo?

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Conheça um pouco da Diretoria da AIESEC Juiz de Fora em 2011

aiesec » 23 novembro 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora » No Comments

A AIESEC em Juiz de Fora já tem sua diretoria para o ano de 2011. A eleição aconteceu em outubro e a diretora de Gestão de Talentos Anamaíra Spaggiari foi eleita Presidente do Comitê Local da AIESEC em Juiz de Fora para 2011. Já as diretorias de Finanças, Relações Internacionais Corporativas e Não corporativas, Comunicação e Marketing, Gestão de Intercâmbios e Gestão de talentos foram ocupadas por Lívia Fajardo, Ludmila Oliveira, Paula Bonfatti, Letícia Moraes, Talitha Évely e Bruna Estevanin, respectivamente.

Estudante de Comunicação Social na UFJF, Anamaíra Spaggiari também é integrante do PET-Facom, onde realiza atividades de pesquisa e grupos de estudo. Anamaíra ingressou na AIESEC em Juiz de Fora no segundo semestre de 2009 e foi eleita diretora de gestão de talentos quinze dias após seu ingresso na organização.

Por que você decidiu se postular para o cargo de presidente?
A experiência de liderança na AIESEC possibilita um desenvolvimento e um amadurecimento profissional imensurável. Depois de passar um ano na Diretoria de Gestão de Talentos, percebi que deixar de se postular para a presidência seria desperdiçar uma oportunidade única. A decisão não é fácil e está envolta de questionamentos e insegurança, mas as dúvidas logo se desfazem quando se acredita em fazer sempre mais e melhor.

Como é se tornar presidente com apenas um ano de AIESEC?
Não é o tempo que importa, mas sim a intensidade com que você viveu as experiências nesse tempo. Ter sido eleita presidente foi a prova de que vivi um ano muito intenso como Diretora de Gestão de Talentos, tive aprendizados que não teria em outro lugar e convivi com pessoas ótimas e diferentes de mim.
Tornar-me presidente da AIESEC é uma experiência indescritível. Saber que além de direcionar um escritório, gerir recursos, planejar e atingir resultados poderei viver com pessoas que acreditam juntas em um impacto positivo, nas competências que desenvolvemos e nos valores que perpassam nosso dia-a-dia.

Já Lívia Fajardo tem 20 anos e é estudante de Administração na Faculdade Machado Sobrinho e de Ciências Econômicas na UFJF. Lívia tem um filho de trêsanos e concilia suas atividades com a vida de mãe.

Por que você decidiu se candidatar para um cargo de diretoria?

Eu sempre tive o sonho de viajar para outro país e conhecer novas culturas, outros lugares diferentes, formas de pensar e agir diferentes. Eu sabia que a AIESEC ia me proporcionar essa vivência internacional, o que eu não imaginava é que eu me apaixonaria tanto pela organização e por todas as oportunidades de me desafiar e me desenvolver que encontrei trabalhando no escritório. É imensurável o crescimento pessoal e profissional que obtive depois que entrei na AIESEC. Porém, chegou um momento que eu percebi que queria mais, buscava aprender a lidar com as pessoas e ajuda-las a conseguir o desenvolvimento que eu consegui! Por isso me postulei para ser diretora de Finanças.

Como é conciliar duas faculdades, seu filho e a AIESEC?

Eu conto muito com a ajuda da minha família, pois durante a semana fico extremamente ocupada. Mas, ainda sim, tento me organizar para levá-lo à escola às 13h e buscá-lo às 17h. Além disso, procuro deixar apenas o essencial para o final de semana e assim dedicar esse tempo para dar atenção para ele.

Ludmila Oliveira tem 18 anos e é graduanda de Direito na UFJF. Além da AIESEC, Ludmila faz francês, inglês, e é vice-presidente da Comissão de Formatura de sua turma.

Por que você decidiu se candidatar para um cargo de diretoria?

“Por que não?” Para essa segunda pergunta existiam muitas desculpas, mas nenhuma resposta que fizesse sentido. Postulei-me para ser diretora porque vi uma oportunidade de me desafiar, de potencializar meu impacto. Enxergo a diretoria como um instrumento de impacto da AIESEC e eu queria ter a experiência de proporcionar às pessoas o impacto que a AIESEC está criando na minha vida. Via essa oportunidade como uma forma de ser para os outros o instrumento de desenvolvimento que foram para mim.

Quais os seus planos para sua gestão?

Os planos para a minha gestão são os três pilares da minha candidatura: estabelecimento de uma cultura de alta entrega, fortalecimento do posicionamento externo e a qualidade de experiências dentro da AIESEC.

Paula Bonfatti tem 18 anos e é estudante de Comunicação Social na UFJF. Além da AIESEC, Paula dá aulas de inglês. Em 2007, a eleita para a diretoria derelações internacionais não corporativos fez intercâmbio nos Estados Unidos durante um ano. Segundo ela, o intercâmbio mostrou que não se precisa ir do outro lado do mundo para ter um choque cultural e uma experiência internacional que impacte positivamente.

Por que você decidiu se candidatar para um cargo de diretoria?

Decidi-me postular para um cargo de diretoria porque foi a melhor forma que encontrei de poder ter contato mais direto com a mudança que vejo e quero ver da AIESEC na vida das pessoas, com o impacto e com as “life changing experiences”! Além de estar me desenvolvendo pessoalmente e profissionalmente, estarei contribuindo para aquilo que acredito.

O que você aprendeu com a sua candidatura?

Com a minha postulação tive que fazer muita pesquisa e muita análise, o que foi um pouco difícil para mim. Penso que hoje, independente de serem eleitos ou não, todos os postulantes agregaram muito conhecimento, reflexões e desenvolvimento no processo de preenchimento.

Letícia Moraes tem 18 anos e também é estudante de Comunicação Social na UFJF. Segundo Letícia, a AIESEC é sua primeira experiência profissional.

Por que você decidiu se candidatar para um cargo de diretoria?

A experiência dentro da AIESEC é bastante flexível e cada membro é responsável por construir a sua história, de acordo com seus desejos e necessidades, através das diversas oportunidades oferecidas. Resolvi me candidatar para um cargo de diretoria por acreditar totalmente nos valores da organização, por ter sentido e presenciado o impacto positivo que ela pode causar nas pessoas. Além disso, acho que é uma oportunidade única de ser a responsável pela entrega final dos resultados de uma área, tendo que gerir pessoas de forma estratégica para que os melhores resultados sejam alcançados; de participar de forma mais ativa do planejamento da organização. Tenho certeza que o trabalho sob pressão, a busca pelo atingimento de metas e o trabalho em equipe me proporcionarão muito desenvolvimento pessoal e profissional.

O que você ainda quer melhorar em você através do seu trabalho na AIESEC?

De maneira geral, acho que a principal característica dos membros da AIESEC é a busca pela melhora, em todos os sentidos. Comigo não é diferente, faço o meu melhor em cada momento e sempre busco melhorar minhas fraquezas, ouvindo feedbacks e me inspirando em outras pessoas. Através do meu trabalho na AIESEC, quero desenvolver meu poder de comunicação e inovação, melhorar o autoconhecimento e aprender a gerir pessoas de forma efetiva.

Talitha Évely tem 20 anos e é graduanda em Comunicação Social na UFJF e está no sexto período. Ainda este ano, vai realizar seu intercâmbio pela AIESEC.

Por que você decidiu se candidatar para um cargo de diretoria?

A diretoria da AIESEC apresenta-se como um desafio para mim, pois liderar por um ano um time de pessoas de diferentes cursos, idades e histórias de vida é uma grande responsabilidade. Para mim, a experiência de diretoria na AIESEC é algo completamente distinto do que já vivi, pois a organização me permite o contato direto com pessoas de todos os lugares do mundo além de que me possibita trabalhar com um sonho das pessoas, que é o intercâmbio.

No que o seu intercâmbio pode ajudar na sua gestão?

Além de “experimentar” o produto que eu vendo para os estudantes, um intercâmbio me ajudará a conhecer outras realidades de mundo e cultura. Uma experiência faz com que você “pense fora da caixa”, seja mais independente, desenvolva sua adaptabilidade, inteligência emocional e resiliência. Além disso, durante o meu intercâmbio quero ter a oportunidade de trabalhar na AIESEC do país em que eu estiver e, assim, aprender com o modo de trabalho deles.

Bruna Estevanin tem 19 anos e também é graduanda em Comunicação Social na UFJF. Além da AIESEC, Bruna é bolsista PIBIC em um projeto que estuda semiótica aplicada a ambientes imersivos, no caso, a plataforma tridimensional Second Life. A estudante também é voluntária do PET/Facom e faz curso de francês e inglês.

Por que você decidiu se candidatar para um cargo de diretoria?

Decidi-me aplicar para a diretoria desde a minha entrada na AIESEC. Com o tempo, surgiram outras oportunidades; como os programas de ensino que executo na faculdade, que sempre foram um sonho pra mim. Mas, foi vivenciando essas oportunidades que eu descobri que a organização ainda era a forma mais completa forma de alcançar meus objetivos e continuava sendo minha prioridade neste momento de vida que estou. Saber que, com 19 anos, tenho oportunidade de gerir um time dentro do escritório local da maior organização mundial de jovens é uma chance única.

Como se sentiu ao ser eleita para a diretoria de Gestão de Talentos, área da qual não faz parte?

Por não ser da área, inicialmente fiquei surpresa e com medo de não ser legitimada pelo time. Mas, logo comecei a interagir com o grupo e hoje sou membro até o fim do ano; tempo no qual me capacitarei de maneira funcional para a minha gestão em 2011. Ter um cargo de liderança, ser modelo para pessoas, especialmente da área de gestão de talentos que está diretamente ligada com a qualidade da experiência de cada membro na AIESEC; é uma responsabilidade enorme e uma grande motivação ao mesmo tempo. Atingir resultados através de pessoas é um grande desafio, por meio de desafios como esse que a gente cresce.

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Rumo à Rússia!

aiesec » 13 novembro 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio » No Comments

A estudante de Geografia e membro da AIESEC em Juiz de Fora, Fernanda Fontebassi, decidiu viver uma nova experiência em outro país. Ela viaja no sábado (13/11) para a Rússia, onde vai realizar seu intercâmbio pela AIESEC. Fernanda vai trabalhar dando aulas de inglês para crianças em uma escola de Samara, no sudeste da Rússia, e define a experiência como a realização de um sonho.

Por que você escolheu a Rússia?

Fazer intercâmbio foi sempre meu sonho, mas eu queria um destino pouco comum, que dificilmente eu visitaria no futuro e que tivesse neve! A Rússia sempre foi uma alternativa. O que me encantou nessa vaga foi a possibilidade de acrescentar aos russos aspectos da cultura brasileira, impactando mesmo, e também aprender com eles e com os outros intercambistas que estiverem lá o que puderem me ensinar.

Como está sendo o contato com o Comitê Local de Samara?

O pessoal do escritório de lá é super atencioso e dedicado, a toda hora estão preocupados comigo.

Como se sente com a proximidade da viagem?

É difícil manter-se serena quando você vai viajar sozinha pela primeira vez, para o outro lado do mundo, num país em que não se fala português. Mas quer saber? Também é incrível viver uma experiência tão intensa e fascinante como essa. Afinal, quero ter histórias legais para contar pros meus netos!

Samara, na Rússia

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AIESEC em Juiz de Fora abre inscrições para intercâmbios profissionais

aiesec » 03 novembro 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio, Notícias, Processo Seletivo » No Comments

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo de intercâmbios profissionais da AIESEC em Juiz de Fora. A seleção é uma ótima oportunidade para que jovens graduandos ou recém-formados enriqueçam o currículo a partir de uma experiência internacional. As principais vagas oferecidas são para trabalho voluntário no exterior, um dos mais novos diferenciais procurados pelas empresas atualmente.

Para participar, os únicos pré-requisitos são ter, no máximo, 30 anos, ser formado até dois anos, ser graduando, pós-graduando ou pós-graduado. O processo seletivo consta de três etapas: avaliação de currículo, entrevista e prova de proficiência em língua estrangeira. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da AIESEC até o dia 19 de novembro.

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Destino: Índia

aiesec » 05 outubro 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio, liderança » No Comments

Trabalhar em outro país, imerso em uma cultura totalmente diferente da que se vive, é um desafio que proporciona crescimento pessoal e enriquece o currículo de qualquer estudante.

Eduardo Braga, formado em Engenharia Elétrica pela UFJF, aceitou o desafio de realizar um intercâmbio para a cidade de Pune (Índia), onde trabalhou na Suzlon Energy, empresa indiana fabricante de turbinas e geradores de energia eólica.

Diversidade cultural: Brasil e Índia:

A Índia é um país mais conservador e que preza bastante por suas tradições culturais. Tive a impressão de que a hierarquia é um fator mais pronunciado na sociedade indiana do que na brasileira.  Outro ponto que me chamou a atenção é o quanto o indiano valoriza a educação e a formação intelectual, independente de sua camada social. No Brasil, é comum vermos camelôs vendendo CDs piratas e outras bugigangas. Na Índia, é comum vermos camelôs vendendo livros a preços irrisórios!

Intercâmbio e Liderança:

O autoconhecimento é algo fundamental para todo profissional que quer atingir o sucesso. Não obstante, aquele que quer exercer um cargo de liderança deve, antes de tudo, conhecer a si mesmo. Para exercemos influência sobre os outros devemos estar convictos de nossos valores, pontos fortes e fracos e de que forma podemos contribuir para que os resultados sejam atingidos através da equipe. O intercâmbio é com certeza uma boa forma de se conquistar o autoconhecimento, pois levou a uma reflexão sobre minha personalidade, potencialidades, fraquezas e a forma como reajo a situações inesperadas.  Além disso, um líder eficaz possui elevado grau de empatia que o possibilita conhecer profundamente cada um dos membros de sua equipe e extrair o melhor de cada um deles. A empatia, por sua vez, requer flexibilidade, que é uma característica intrínseca do intercâmbio, pois vivenciamos uma cultura distinta, convivemos com intercambistas de outros países e temos que nos adaptar a um mundo diferente. Tudo isso nos fornece um maior grau de flexibilidade e auxilia no desenvolvimento da empatia.

Crescimento pessoal e profissional:

Do ponto de vista pessoal, vivenciar uma cultura completamente diferente e conviver com intercambistas de diversos países me proporcionou um ganho inestimável. Percebi que esse aspecto contribuiu bastante para o meu amadurecimento como pessoa. Além disso, conhecer de perto o modo de trabalhar do indiano foi extremamente vantajoso, principalmente pelo fato de a Índia ser um dos principais países emergentes e, dessa forma, ter a tendência de intensificar suas atividades econômicas com outros países, incluindo o Brasil.

Profissionalmente falando, o estágio num departamento de treinamento e de desenvolvimento de pessoas me deu uma visão completamente nova e foi uma situação inédita, pois tenho uma formação estritamente técnica e, até então, nunca havia trabalhado em outro setor. De certa forma, posso dizer que ter encarado este intercâmbio em uma função completamente distinta da minha área de formação foi um tanto quanto desafiador.

Como se preparar para um intercâmbio na Índia?

É importante que a pessoa esteja disposta a encarar o choque cultural que ocorre no início do intercâmbio, pois a Índia é um país muito diferente do Brasil. Pode ter certeza de que este é o destino certo para aqueles que desejam estar realmente imersos em uma cultura diferente e colher os frutos de uma experiência única. Também é interessante procurar detalhes sobre a empresa e o escritório local que o irá receber através da rede de ex-intercambistas da AIESEC. Vários brasileiros já realizaram intercâmbio em diversas partes do país e com certeza poderão lhe dar informações preciosas a respeito do local que se pretende ir.

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Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo de Intercâmbios Profissionais

aiesec » 17 setembro 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio, Processo Seletivo » No Comments

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Experiência de liderança e de intercâmbio: um diferencial para a sua carreira

aiesec » 05 setembro 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio, liderança, Notícias, Processo Seletivo » No Comments

A graduada em Administração de Empresas e Diretora de Comunicação e Marketing da AIESEC em Juiz de Fora em 2008, Beatriz Melo, conta como a experiência de trabalho na AIESEC e o intercâmbio tornaram-se um diferencial para que ela conseguisse ingressar no Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG).


Como conheceu a AIESEC? Por que decidiu trabalhar na organização?

Meu primeiro contato com a AIESEC foi logo que entrei na faculdade de Adminstração, na FEA/UFJF, no primeiro semestre de 2005. Ouvi falar, através de amigos sobre uma organização internacional de estudantes e logo me interessei. Procurei saber mais sobre a AIESEC, e logo vi que não era uma simples organização, e que representava uma grande oportunidade pra mim, mas infelizmente a extensão de Juiz de Fora daquela época fechou as portas. Quase três anos depois eu conheci um grupo de estudantes que estavam estudando a viabilidade de trazer a AIESEC para Juiz de Fora. Como sempre me interessei pela proposta da organização, logo me envolvi com o grupo. O que sempre me atraiu na AIESEC é o fato de ela ser uma organização totalmente gerida por estudantes e estar presente no mundo inteiro. Na época, eu tinha planos de fazer um intercâmbio para estudar e ter mais contato com a língua inglesa. Resolvi adiar esse plano pra 2009, e fazer um intercâmbio profissional pela AIESEC, pois sabia que a experiência na organização seria muito útil no futuro.
Hoje, no mercado de trabalho, como você sente a atuação na AIESEC no seu desenvolvimento pessoal e profissional? Como a AIESEC ajudou em sua preparação?

A proposta e a estrutura da organização proporciona uma oportunidade única de desenvolvimento para jovens estudantes, formando profissionais diferenciados no mercado de trabalho. Por funcionar como uma empresa, embora sem fins lucrativos, a AIESEC foi uma excelente plataforma para me desenvolver profissionalmente. O fato de estar presente no mundo inteiro, me permitiu, enquanto membro e intercambista da AIESEC, compartilhar melhores práticas de gestão com pessoas de vários lugares, conviver e trabalhar com pessoas de várias formações e localidades, pensar em estratégias que alinhassem uma visão global à realidade local… Tudo isso sem dúvida me ajudou a estar melhor preparada para o mercado de trabalho.
Quais foram os seus maiores desafios dentro da AIESEC?

Posso citar dois grandes desafios, o primeiro com relação a fundação da organização. A AIESEC em Juiz de Fora foi fundada em janeiro de 2008, éramos 8 no total, durante um curto espaço de tempo trabalhamos duro para estruturar a organização em Juiz de Fora, e alocar novos colaboradores que nos ajudassem a alcançar nossa estratégia de expansão. Além da responsabilidade de estar promovendo e posicionando localmente uma organização global, eu tive que desempenhar funções, até então, novas pra mim. O segundo maior desafio foi em relação ao intercâmbio. Eu queria ir para um país em desenvolvimento que falasse inglês, e atuar como estagiária de gestão em alguma área de meu interesse. Até então nunca tinha pensado em ir para Índia, a não ser para um breve passeio. Foi quando apareceu uma oportunidade bastante interessante de trabalho lá, e depois de muito perguntar e pesquisar, decidi meu destino. Não precisa nem falar que a Índia é muito diferente do Brasil, e conviver com toda essa diferença, de hábitos, costumes, sotaques, gostos, e etc, com certeza foi um grande desafio, que hoje eu lembro com grande saudosismo!
Qual a diferença que o intercâmbio fez para o seu desenvolvimento? Como foi a experiência da liderança e depois o intercâmbio?

Durante o meu intercâmbio eu pude desafiar minha visão de mundo, vivendo em um país de cultura e costumes bem diferentes do Brasil. Pude sentir de perto um pouco da realidade de uma empresa indiana e trabalhar com indianos. Tive a oportunidade de conviver também com pessoas de várias partes do mundo, e ver que além das diferenças, todos tinhamos muito em comum, como a busca por sermos cada vez melhores e impactar positivamente a sociedade em que vivemos.
Porque você recomendaria que alguém vivesse a experiência da AIESEC?

Eu recomendo a AIESEC para qualquer um que busque desenvolvimento pessoal e profissional. A AIESEC proporciona grandes oportunidades e desafios para quem tem esse objetivo. Além disso, abre as portas para uma grande rede global composta por pessoas de várias formações, crenças e costumes; é gerida por pessoas de grande competência, e conta com o apoio de parceiros de peso.
O que está fazendo atualmente?
Atualmente trabalho como Analista Consultora no INDG (Instituto de Desenvolvimento Gerencial – www.indg.com.br), ingressei através do programa de trainee, em maio deste ano. Atualmente trabalho em um projeto em uma empresa de mineração, perto da grande BH, que visa auxiliá-la no alcance de suas metas anuais.

E você, que tipo de experiências está vivendo? Inscreva-se no Processo Seletivo para trabalho no escritório da AIESEC em Juiz de Fora e viva esta experiência! Clique aqui.

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