Juiz de Fora


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aiesec » 16 agosto 2011 » In Destaque » No Comments

PROCESSO SELETIVO DE MEMBROS!!!

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AIESEC no Brasil conquista título de OSCIP

aiesec » 14 abril 2011 » In AIESEC em Juiz de Fora, Destaque, Notícias » No Comments

O Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Justiça, qualificou a AIESEC no Brasil como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). O título é, além de um sinal de importância da AIESEC dentro do país, a garantia de novos benefícios que auxiliarão a organização a manter o enorme crescimento que teve desde que foi fundada no Brasil em 1970.

O processo começou em setembro de 2010 e a aprovação veio no último mês. O Diretor de Finanças da AIESEC no Brasil, Rafael de Sousa, explica mais sobre o título que foi conquistado.

“Ele significa que temos possibilidade de conseguir doações de qualquer empresa (tributada pelo lucro real) para a AIESEC para que utilizemos essa doação para projetos sociais.  Em contrapartida, as empresas ganham abatimento nos seus impostos na hora da declaração ao governo. É excelente isso pois já temos potenciais claros de doação e pode nos trazer muitos intercâmbios a mais. Além disso temos a possibilidade de isenção de vários impostos e de doação de mercadorias apreendidas pela Receita Federal”.

 

Blog AIESEC Brasil: http://www.aiesec.org.br/blog

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Como a AIESEC prepara o jovem para o mercado de trabalho

aiesec » 30 agosto 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Destaque, liderança, Notícias, Processo Seletivo » No Comments

A estudante de Engenharia Elétrica e Diretora de Relações Internacionais da AIESEC em Juiz de Fora em 2009, Maisa Barbosa, conta como a experiência de trabalho na AIESEC tornou-se um diferencial para que ela conseguisse ingressar em uma das maiores empresas do setor de geração do Brasil.

Por que você decidiu entrar na AIESEC?

“Entrei na AIESEC em abril de 2008, no primeiro processo seletivo da AIESEC em Juiz de Fora. Um dos fundadores da AIESEC era meu amigo, da minha sala. Ele sempre me falava sobre essa tal “organização”. Eu nem sabia muito bem o que era, mas me interessei pela idéia da gestão e das oportunidades, pois estava mesmo à procura de um lugar em que eu pudesse tomar a iniciativa e liderar, e via pouco disso na faculdade. Também me impressionou muito o fato de ele estar tão envolvido com essa iniciativa, já que ele até desistiu de fazer um intercâmbio comigo e com um colega, e também porque sempre admirei sua inteligência e sabia que ele não estaria trabalhando tanto se não valesse muito a pena.”

Depois de ter entrado na organização, o que fez com que você ficasse e seguisse carreira?

“Nunca esquecerei o encerramento da etapa de dinâmicas do processo seletivo. A Faviane (Diretora de Gestão de Talentos na época, e que viria a ser a Presidente da AIESEC em Juiz de Fora em 2009) nos desafiou a refletir sobre as nossas aspirações e buscas, ao som da música “caçador de mim”. Senti uma grande afinidade com a AIESEC, porque vi pessoas “inquietas”: que, como eu, queriam mais de si mesmas, queriam desafios, e não encontravam nas atividades normais da faculdade o ambiente que as possibilitasse expressar e canalizar essa inquietude. Uma de minhas grandes amigas, a Camila, Diretora de Gestão de Talentos em 2008, resumiu minha contribuição como diretora  da AIESEC: a “voracidade”. E acho que foi isso que me manteve na AIESEC: uma enorme vontade de me superar, e o fato de encontrar pessoas assim também.”

Quais cargos de liderança você o ocupou? Como foi? Qual o aprendizado obtido no(s) cargo(s)?

“Em 2008, assumi, no fim do ano, a responsabilidade pelo I AIESEC Networking, um evento corporativo com o objetivo de atrair parceiros. Foi uma experiência muito importante, pois despertou em mim a vontade de liderar e de trabalhar em projetos desafiadores, e também me confrontou com as minhas limitações em lidar com pessoas diferentes e em gerir meu tempo, me preparando para o cargo seguinte. Em janeiro de 2009, comecei minha carreira como Diretora de Relações Corporativas, cargo no qual fui desafiada a quebrar meus paradigmas e idéias pré-concebidas desde o início, vivendo intensamente a diversidade e desfrutando dela. Também desenvolvi uma enorme capacidade de superar frustrações e de trabalhar sob pressão, canalizando a tal “voracidade” para a solução de problemas e identificação de tendências, o que me levou, inclusive à uma mudança na estrutura da área para Relações Internacionais. A nova área, criada a partir da identificação da necessidade de trabalhar interfaces e a visão holística da organização, colocou-me ainda, em contato com o ambiente internacional da AIESEC, potencializando a experiência de diversidade e flexibilidade de opinião. Mas nenhum desses aprendizados se compara ao auto-conhecimento e à sensibilidade aos outros que a liderança na AIESEC me proporcionou. Ser, mais do que responsável por metas, responsável pelo desenvolvimento pessoal de outros membros, foi incrivelmente mais desafiador do que minhas provas de cálculo ou minhas negociações com empresas, e colocou-me em contato direto com a missão da AIESEC.”

Como você acha que a AIESEC desenvolveu liderança em você?

“A liderança e o desenvolvimento da AIESEC vêm pela prática, suando a camisa.  A AIESEC é a plataforma, ela disponibiliza o que você precisar para atingir seus objetivos, desde que você assuma a responsabilidade pela sua própria experiência. Quando você se dispõe a sair de sua posição de conforto, e se compromete com um objetivo “inatingível”, trabalhando com pessoas diferentes e situações inusitadas, não há outra escolha a não ser quebrar seus paradigmas, deixar as desculpas de lado, e se superar: Somos limitados não pelas nossas capacidades, mas pela nossa visão. Quando você entende na prática a missão da AIESEC, de promover a paz e o preenchimento das potencialidades humanas, fica mais fácil ser um bom líder!”

Quais as três coisas ou experiências mais valiosas que você obteve durante a sua experiência na AIESEC?

“Certamente, as pessoas que tive a oportunidade de conhecer na AIESEC me proporcionaram aprendizados que levarei comigo. A diversidade dos membros da AIESEC é tão significativa que chega a ser irônica a extrema afinidade de valores, o chamado perfil AIESECo, a essência da AIESEC. São grandes amigos, pessoas que me desafiam, que me mostram perspectivas completamente diferentes, e com as quais me divirto muito também! E com certeza, futuros colegas de trabalho, parceiros, contatos de networking.”

A segunda experiência mais valiosa é a de ver o desenvolvimento dos membros dos quais você é líder. Nada é mais gratificante e comprova mais verdadeiramente uma liderança bem sucedida do que o crescimento dos liderados. É muito bom vê-los como líderes agora, dando continuidade  ao meu trabalho e superando minhas conquistas!

E a terceira, mas não menos importante experiência, é o impacto que a expereência internacional promove, em nós mesmos, intercambistas e membros, e nas pessoas e organizações que vivem indiretamente essa experiência. A AIESEC escolheu o intercâmbio internacional como a forma de atingir a paz e o preenchimento das potencialidades humanas, e não consigo pensar numa melhor forma de alcançar isso, pois o intercâmbio é capaz de enormes transformações!

Você sente que é uma pessoa diferenciada no mercado de trabalho após ter passado pela AIESEC? Por quê?

“Definitivamente, as habilidades de liderar, de pensar estrategicamente, de tomar iniciativa e de trabalhar sob pressão se destacam no mercado de trabalho. Faço faculdade de engenharia elétrica, e hoje trabalho numa das maiores empresas do setor de geração do Brasil. Destaquei-me na seleção para esse cargo pela postura madura e pela visão estratégica, que meu supervisor de estágio disse não ter encontrado em nenhum outro candidato, e que eu atribuo 100% à AIESEC. Entretanto, acredito que o que mais me diferencia como profissional são os valores que encontrei na AIESEC. Apesar de meu trabalho na organização não ter sido na área de engenharia, a profunda reflexão sobre nós mesmos e o mundo a nossa volta que a AIESEC promove, fez com que eu me “encontrasse” como profissional. Graças à AIESEC, sei o que é importante para mim, sei como posso me desenvolver e gerar um impacto positivo através de minha carreira. Posso dizer que estou mais preparada para ser uma engenheira de sucesso e apaixonada pelo que faz, que sabe o que quer e que escolhe seus próprios caminhos.”

Por que você recomendaria a AIESEC?

“Eu recomendaria a AIESEC às pessoas que estão em busca de desafios pessoais e únicos, pois a organização que possibilita a seus membros serem os autores de suas próprias experiências. Ela proporciona infinitas possibilidades, num ambiente favorável, para nos desenvolvermos como pessoas e como profissionais. Conecta-nos com as mais importantes tendências, as mais diversas culturas e, certamente, com os CEO’s do futuro; e confronta-nos com nossos próprios valores, aspirações, capacidades e limitações. Aqueles que entram de cabeça nessa organização tornam-se não apenas pessoas mais qualificadas, mas pessoas que sabem o que querem, e usam suas habilidades para chegar lá.”

Aproveite o Processo Seletivo da AIESEC em Juiz de Fora e destaca-se no mercado, através de uma experiência integrada de desenvolvimento pessoal e profissional! Clique aqui e faça a sua inscrição!

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AIESEC em JF abre inscrições para intercâmbio profissional

aiesec » 15 junho 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Destaque, Intercâmbio » No Comments

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo de Intercâmbios profissionais da AIESEC em Juiz de Fora. A seleção é uma ótima oportunidade para que jovens graduandos ou recém-formados enriqueçam o currículo a partir de uma experiência internacional.Os interessados têm até o dia 4 de julho para preencher o formulário de inscrição que se encontra no site. Podem participar da seleção pessoas com até 30 anos, formadas, no máximo, há dois anos ou graduandos e pós-graduandos.  

Confira alguns cases de intercâmbio da organização!

 Da seleção ao intercâmbio

1- Você se inscreve para um ou mais programas de intercâmbio da AIESEC em Juiz de Fora. O único pré-requisito é ter no máximo 30 anos, ser formado até dois anos, ser graduando, pós-graduando ou pós-graduado.

2- Caso você seja selecionado, entramos em contato com você e agendamos uma entrevista pessoal.

3- Aprovado para a entrevista, o candidato também deverá fazer uma prova de proficiência em língua estrangeira a ser marcada pela AIESEC em Juiz de Fora.

4- Aprovado na entrevista e na prova, você passará por um período de introdução na AIESEC em que conhecerá mais a organização e os nossos valores e terá uma preparação cultural sobre o país do intercâmbio.

5- Você está pronto para viajar e receberá todas as instruções de como proceder, através da AIESEC em Juiz de Fora.

6- Chegada no país do intercâmbio e início do trabalho.

* Caso você não tenha sido selecionado, você irá receber um email da AIESEC em Juiz de Fora e poderá receber feedback.

** O seguro saúde, o visto, a passagem e a manutenção no país de destino são de responsabilidade do intercambista.

*** A taxa de serviços paga a AIESEC em Juiz de Fora varia de R$ 1000,00 a R$ 1500,00.
 

Quais são os Programas de intercâmbio da AIESEC em Juiz de Fora?

Cidadão Global: O Programa Cidadão Global permitirá você viver uma experiência cultural em suas próximas férias. Com o Objetivo de desenvolver o empreendedorismo, sensibilidade cultural, responsabilidade social e voluntariado entre os jovens participantes, a AIESEC oferece oportunidades de intercâmbio em ONG’s e projetos educacionais em destinos surpreendentes. Para mais informações clique aqui!

Lugar Certo na Hora Certa: Você já se imaginou tendo uma experiência profissional nas novas potências econômicas? Não perca essa oportunidade! Para mais informaçãoes clique aqui!

Teach to Learn: Aprenda Ensinando! O Programa Teach to Learn te permitirá viver uma experiência profissional em um ambiente desafiador.

A AIESEC oferece oportunidades de intercâmbio para universitários brasileiros ensinarem idiomas no exterior. Esse programa tem o objetivo desenvolver a sensibilidade cultural e desafiar a visão de mundo dos jovens. Para mais informaçãoes clique aqui!
 
 Qual é o diferencial do intercâmbio da AIESEC?

As taxas administrativas da AIESEC estão muito abaixo do mercado por se tratar de uma organização internacional que não tem fins lucrativos. O objetivo da AIESEC é desenvolver seus integrantes a partir de experiências como o intercâmbio.  Ao ser selecionado para alguma das vagas, você já é um Aieseco e terá suporte internacional durante  todo o seu intercâmbio. Ao chegar ao país do intercâmbio, você será recebido pelo comitê da AIESEC na cidade e terá garantidos, em algumas vagas, acomodação, transporte e alimentação durante o período de intercâmbio.

Durante o intercâmbio você preenche avaliações de qualidade e a AIESEC em Juiz de Fora manterá contato para ter certeza de que suas expectativas estão sendo superadas.
 

FORMOU? O QUE VAI FAZER AGORA? FAÇA O INTERCÂMBIO PROFISSIONAL E SE QUALIFIQUE!

Inscreva-se no Processo Seletivo de Intercâmbios da AIESEC em Juiz de Fora pelo site.

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Conheça nossos cases

aiesec » 06 abril 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Destaque, liderança, Processo Seletivo » No Comments

“Entrei para a AIESEC no começo de 2008, quando estava no primeiro período do curso de Economia. Fui alocada no time de finanças, onde participei como membro no primeiro ano e no ano seguinte fui eleita Diretora de Finanças. A experiência de gestão foi incrível, ser responsável final por uma área, coordenar os membros, atingir resultados através de outras pessoas e aprender com a prática fez toda diferença para mim. Ao final da minha gestão percebi que era o momento de encarar a experiência do intercâmbio, afinal eu havia trabalhado 2 anos promovendo intercâmbios. Em Janeiro de 2010 embarquei para Budapeste, na Hungria, onde trabalhei por dois meses em uma ONG, com finanças e planejamento. Conhecer uma cultura diferente, trabalhar no exterior e encarar desafios foi incrível! Tenho certeza que fazer parte da AIESEC foi um diferencial para mim, possibilitou que eu me conhecesse melhor, acreditasse mais no meu potencial e conhecesse pessoas maravilhosas. Fazer parte da AIESEC é realmente uma ‘Life Change Experience’! ”

Mônica Rodrigues, aluna de Economia da UFJF, entrou na AIESEC em abril de 2008, foi membro de finanças durante um ano e foi diretora da área pela AIESEC em Juiz de Fora no ano de 2009. Em 2010, realizou seu intercâmbio numa ONG de proteção a animais na Hungria, onde exercitou o conhecimento adquirido durante seu trabalho com planejamento estratégico, gestão organizacional e finanças.

“Aos 20 anos, liderei um grupo de 40 talentos de uma das grandes faculdades do país. Hoje, com 21, sou responsável pela estratégia de desenvolvimento e treinamento de 32 escritórios espalhados pelo Brasil. Ter sido um dos fundadores da AIESEC em Juiz de Fora e ter continuado na carreira foi uma das melhores escolhas que já fiz. Os contatos e as competências que adquiri aqui, com certeza, estão me preparando para atingir meus objetivos pessoais e profissionais.”

Rodrigo Teixeira, aluno de Comunicação Social da UFJF, foi Presidente e um dos fundadores da AIESEC em Juiz de Fora em 2008, e é o atual gerente de Desenvolvimento Estratégico da AIESEC no Brasil em 2009/2010, responsável pelo treinamento e capacitação dos 32 escritórios da AIESEC no país, que totalizam mais de 2500 membros atuantes.

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A visão estratégica de um líder

aiesec » 10 fevereiro 2010 » In Destaque, liderança » No Comments

Com mais de 60 anos de história, a AIESEC já desenvolveu o potencial de liderança em jovens dos cinco continentes. Tiago Dadalto Schettino vive essa experiência Aieseca. Ele foi vice-presidente de Gestão da Informação da AIESEC em Vitória em 2008 e Gestor de Informações da AIESEC no Brasil em 2009, trabalhando com desenvolvimento de escritórios. Atualmente, continua no cargo de gestor da informação da AIESEC no Brasil.
Tiago também estagiou em grandes empresas do estado do Espírito Santo, como a Vale do Rio Doce, a Arcelor-Mittal e a Aracruz Celulose. O Aieseco chegou a trabalhar como analista da Vale, em Vitória, com suprimentos. Confira a entrevista de Tiago sobre liderança na área de gestão da informação, perfil de um líder e tendências no mercado de trabalho.

1 – Rolf-Dieter Acker, Presidente da Basf na América Latina, afirma: “Para inovar, é preciso pensar não só no que os consumidores querem agora, mas também no futuro.” Como o envolvimento com questões globais interfere na gestão do líder atual?

Para desdobrar sua estratégia em alinhamento com as necessidades externas o líder atual deve ter conhecimento das tendências que lideram o mercado. As questões globais indicam muito dessas tendências, que influenciarão a tomada de decisão nas empresas. O líder deve buscar se envolver com essas questões a fim de ter uma visão externa consolidada, que permitirá discernir melhor as opções estratégicas, táticas e operacionais para o seu negócio.

2 – A implementação de áreas de Gestão de Informação em empresas tem dado muita força a esta área no mercado de trabalho. Quais, a seu ver, devem ser os focos dos líderes que ambicionam seguir esta carreira? Como você vê a atuação destes profissionais no futuro?

Para trabalhar com gestão da informação um ponto fundamental é ter uma capacidade analítica desenvolvida, e esse deve ser o primeiro passo para os líderes que ambicionam essa carreira. Complementam essa capacidade a visão holística e o diagnóstico sistêmico, onde o líder deve ser capaz de alinhar suas soluções com as necessidades da organização. Finalmente, uma capacidade de comunicação é fundamental para traduzir as mensagens percebidas em suas análises.
Esses profissionais estarão embasando a tomada de decisão nas empresas. Combinando as características acima (capacidade analítica, visão holística, diagnóstico sistêmico e comunicação) eles permitirão que os processos decisórios fluam de maneira mais eficiente e dêem mais impacto às estratégias das empresas.

3 – Qual o seu perfil ideal de líder? Em quem você se espelhou?

Para mim o líder ideal é um que equilibra e facilita o time. Ele consegue fazer surgir o melhor daquelas pessoas e as engaja de uma forma única e poderosa. Esse time trabalha integrado e se complementando, com interações produtivas e entregas de alto desempenho.
Eu me espelhei em pessoas que conseguiram fazer isso acontecer em alguns momentos, como um professor meu de artes marciais, uma líder que eu tive na AIESEC e um facilitador que já nos conduziu a algumas decisões. Não conheço algum líder que seja perfeito sempre, mas reconheço momentos brilhantes de alguns líderes. É nesses momentos que me espelho.

4 – Quais seriam, a seu ver, as duas maiores tendências de mercado que influenciarão as empresas nos próximos dois anos?

Primeiramente a Conectividade, pois estamos evoluindo a forma como as pessoas se comunicam e, principalmente, como elas percebem o mundo a sua volta. Cada vez mais surgem novos meios de adquirir e interagir com informações. Setores diretamente ligados com a evolução tecnológica, como o de Telecomunicações, estarão à frente dessa mudança, mas não serão os únicos afetados.
Outra tendência é a Gestão de Talentos, principalmente pela interação cada vez mais forte de gerações diferentes nos postos de trabalho e a necessidade de fidelização desses empregados. O mundo vive uma escassez de talentos perene pelo fato de que as exigências sempre variam e de que as necessidades de trabalho não são previsíveis. Nesse cenário o investimento nos talentos é fundamental, bem como em mantê-los nas organizações.

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A história da AIESEC contada por um ex-membro

aiesec » 01 fevereiro 2010 » In Destaque » No Comments

Este ano, a AIESEC Internacional completa 62 anos. Durante todo esse período, a organização seguiu a missão da busca pela paz e do desenvolvimento das potencialidades humanas.  Organizando alguns arquivos, o presidente da AIESEC em Porto Alegre encontrou um email enviado, em 1998, por um ex-membro da AIESEC contando como a organização nasceu. Leia abaixo a versão da história da criação da AIESEC contada por um ex-membro.

”Era maio de 1945. A rendição do general Alfred Jold pos um fim ao pesadelo europeu que durou seis anos. Churchill fez o sinal de paz e amor, ao mesmo tempo em que a vitória era celebrada com música e demonstrações democráticas.

Europa? Bem, nós poderíamos muito bem nos referir ao que restou da Europa. A verdade é que o velho continente transformou-se em um lugar onde comemorações tinham como razão esquecer as carências causadas pela ruína econômica pós-guerra. A Alemanha transformara-se em um grupo de cidades e vilarejos completamente demolidos. Sua população, reduzida quase pela metade, estava passando fome e vivendo de caridade de países vizinhos. Os sobreviventes estavam ocupados removendo os escombros das cidades.

A guerra havia destruído 55 milhões de pessoas, ferido 35 milhões e causado o desaparecimento de 3 milhões. As únicas coisas que permaneceram iguais foram as discussões entre as nações e a pobreza.

Na Conferência de Postdam, em julho de 1945, era claro o início da divisão do mundo em dois grandes blocos: URSS e as nações ocidentais. Uma sensação de terror e de incerteza permaneceu no ar ao longo dos anos, apesar das boas intenções das 50 nações que assinaram um contrato de paz com as Nações Unidas em junho de 1945. A Guerra Fria começa.

Em 17 de março de 1948, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Grã-Bretanha, Itália e França formam a Western European Union, com objetivo de defesa. Neste clima tenso, reforçado pela Guerra Fria, nasce a OTAN. Esta era a situação do mundo naqueles anos.

Eric Malson era um estudante de Economia. Tinha 23 anos quando a guerra acabou. Apesar de seu país natal, a Suécia, ter permanecido neutro na guerra, Eric ficou sensibilizado pela desgraça em que se encontrava seu continente. A situação desesperadora em que se encontrava a Europa após tanta matança desnecessária o entristecia muito. Ele se rebelou contra o modo de vida na época. Para ele, um ser humano era só um ser humano, não importando sua raça, ideologia ou religião.

Em janeiro de 1946, Eric escreveu uma carta para um velho amigo na Alemanha. Eles haviam se conhecido há sete anos, na Suécia, durante o período de férias. Apesar de não esperar resposta, resolveu arriscar e escrever mesmo assim. Com o passar dos meses, Eric tornara-se desesperançoso, mas, seis meses depois, recebeu uma carta da Alemanha. A letra, contudo, era da irmã do seu amigo.

O que ela escrevera foi horrível. Na carta, ela contou a Eric sobre a tragédia ocorrida com a família. Seu amigo morrera numa batalha contra a Rússia. Uma das pernas do seu pai havia sido amputada, e seu outro irmão havia desaparecido. A casa da família, em Hannover, fora reduzida a cinzas. Para eles, tudo havia terminado. Todo o esforço de uma vida havia acabado em nada. Não havia esperança.

Eric sentiu seus olhos cheios d’água ao fitar o horizonte. Estava desesperado e, ao mesmo tempo, com raiva. Batendo na mesa, gritou: PAREM!

Eric sentiu que tinha que fazer algo para evitar que acontecesse outra guerra. Não tinha a mínima idéia de como poderia fazê-lo, do alto de sua humilde posição de estudante de Economia. Desde o começo, sabia que precisaria do apoio de outras pessoas, pessoas que sentiam como ele e que compartilhavam seus ideais. Ele teria que procurar por pessoas que passaram pela tragédia da guerra e gostariam de, alguma maneira, melhorar o mundo. Teria que procurar por estas pessoas por toda Europa. E tais pessoas teriam que ser jovens, porque são jovens os responsáveis pelo futuro, futuro que reergueria a Europa após a guerra.

Eric decidiu escrever para amigos por toda a Europa. Enviou dez cartas e recebeu três respostas. As três respostas. As três respostas recebidas eram de estudantes de Economia, que se deliciaram com o ponto de vista de Eric. E isso foi o suficiente para Eric continuar. Era janeiro de 1947.

Alguns meses depois, Eric marcou uma reunião com um antigo professor. Ele tinha boas notícias: sete universidades de sete países diferentes na Europa haviam mandado respostas positivas quanto à proposta de Eric. Eles decidiram ir mais longe, e organizaram uma reunião a fim de formular e coordenar todos os esforços possíveis para construir uma Europa melhor.

A reunião aconteceu no Grand Hotel de Estocolmo. Era março de 1948. Pessoas vieram da Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, França, Bélgica e Países Baixos. Todos sentaram ao redor de uma mesa, metade falando inglês, metade falando francês, mas todos, de alguma maneira, se entendiam. Apesar de, no início, ninguém saber o que seria o resultado daquela reunião, todos tinham esperança e uma mesma visão de futuro. Ao fim da reunião, os participantes haviam dado a luz a algo chamado AIESEC.”

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Uma Inglesa em Juiz de Fora

aiesec » 29 janeiro 2010 » In AIESEC Juiz de Fora, Destaque, Intercâmbio » No Comments

Em novembro de 2009, a AIESEC em Juiz de Fora recebeu a intercambista Rosamund Parker. Ros, como costuma ser chamada, tem 22 anos e mora na Inglaterra. A estudante de Engenharia Civil veio ao Brasil para ser trainee da escola Sistema Degraus de Ensino, que trabalha com crianças do berçário ao nono ano. Ros concluiu o intercâmbio e agora está visitando outros países. Antes de deixar ao Brasil, a inglesa contou um pouco sobre a experiência que viveu em Juiz de Fora. Confira a entrevista.

O que você estuda em seu país?

Eu estudei Engenharia Civil na Universidade Cardiff em Wales. Eu fiz meu curso superior em quatro anos e me formei em julho de 2009.

Por que você decidiu viajar pelo Programa de Intercâmbio da AIESEC?

Porque é uma oportunidade única. Eu posso aprender a língua e a cultura brasileira. Eu não poderia ser uma turista e conseguir mergulhar em um estilo de vida.

Onde você está trabalhando e como é o seu trabalho?

Em uma escola chamada Degraus. Eu dou auxílio em aulas bilingues. Nestas classes as crianças são muito novas e nós brincamos com elas e realizamos atividades divertidas. A ideia é sempre conversar em inglês com elas para que absorvam a língua. Eu também dou auxílio em aulas de língua inglesa para crianças mais velhas.

O que você mais gosta no seu trabalho aqui?

Das crianças. Elas são realmente muito divertidas para trabalhar, têm bastante energia. Estão realmente empolgadas em tentar conversar comigo. Elas também são muito engraçadas.

Qual foi a maior diferença que você encontrou aqui?

Há muitas diferenças. Os relacionamentos são mais informais, por exemplo, nas escolas. Eu também achei os brasileiros muito hospitaleiros; o tempo é muito quente; a comida é muito diferente, é extremamente doce. Vocês colocam açúcar em tudo!!!

Por que você quis fazer um intercâmbio? Por que você o considera importante para sua vida?

Atualmente, eu quero experiências de vida diferentes. Não apenas viajar e visitar lugares. Quero ter tempo para construir amizades e também realmente entender uma cultura diferente. Eu considero que isso pode ser muito importante em meu futuro. Eu amo o Brasil e posso imaginar-me pegando um emprego na área de engenharia aqui no futuro.

Por que você recomendaria o intercâmbio da AIESEC?

Porque a estrutura do trabalho é organizada. Há muito suporte quando você está no intercâmbio. Você faz o intercâmbio com muito menos medo. É também fácil encontrar as pessoas quando você chega a um novo lugar. Então, você não se sente sozinho.

Próximos passos: O que você pretende fazer quando voltar? Você pretende fazer outro intercâmbio?

Eu vou viajar pela América do Sul após concluir meu trabalho no Brasil. Depois, vou para Nova Zelândia, Austrália e Tailândia. Quando eu voltar, quem sabe? Mas, eu sei que eu vou voltar ao Brasil algum dia em minha vida!

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Programa Juiz de Fora Internacional lançado

Renan Caixeiro » 21 junho 2009 » In Destaque » No Comments

O Programa Juiz de Fora Internacional foi criado com o objetivo de proporcionar a ONG’s, Empresas, Escolas e demais instituições da cidade a oportunidade de trabalhar com um trainee estrangeiro em áreas como gestão, marketing, logística, responsabilidade social, educação cultural, dentre outras.

Vantagens:

- Custos baixos (especificado para cada tipo de organização abaixo);
- Pacotes especiais para ONG’s, Empresas e Escolas;
- Trainees com diversos backgrounds (gestão, tecnologia, marketing, educação, etc.) 
- Duração de 8 semanas a 1 ano (conforme desejado);
- Qualidade assegurada por avaliações periódicas, seguindo normas internacionais da AIESEC.

Qual seu tipo de negócio?

Empresa/Indústria/Consultoria

Instituição de Ensino 

ONG/Projeto Social 

Parceiros Locais: Tecol Consultoria Empresarial | Itatiaia Móveis | ProJuventude | Saci Pangea | Inusa | I9Business | Multivistos | Snowmass | Juiz de Fora Convention & Visitors Bureau | Agência de Desenvolvimento de Juiz de Fora e Região | UBQ | Grupo Casa | Nempe

Parceiros Nacionais: Philips | McKinsey&Company | Grupo Santander | PricewaterhouseCoopers | UniEthos | FGVCes | ESPM | LVBA Comunicação | Módula | Vagas Tecnologia | Instituto Holos | Amcham | JCI | Bunge | CIC – CNA | HSM Management | Instituto Papel Solidário | Artemisia | HSBC | Offline | CIESP Oeste | Viva Talentos

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Diálogos Universitários em Juiz de Fora, vote!

Renan Caixeiro » 09 junho 2009 » In Destaque, Eventos » No Comments

A Mais Consultoria Jr., empresa jr. de Engenharia de Produção da UFJF, com apoio do Núcleo de Empresas Juniores da UFJF se inscreveu no concurso “Eu também quero dialogar 2009″. O objetivo é eleger uma universidade para sediar o próximo “Diálogos Universitários”, evento organizado em parceria com a Souza Cruz que visa levar à universidade vencedora palestrantes escolhidos pelos próprios alunos.

Com o voto dos estudantes de Juiz de Fora e Região poderemos receber um evento que já contou com participação de William Waack, Caco Barcellos e Arnaldo Jabor.

Basta clicar, marcar a opção “Mais Consultoria” e votar!

Para mais informações sobre o Programa Diálogos Universitários: www.dialogosuniversitarios.com.br

Vote pelo endereço: www.dialogosuniversitarios.com.br/enquete_instituicao.php

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