Juiz de Fora


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Você conhece seus pontos fortes?

aiesec » 21 fevereiro 2011 » In liderança, Notícias » No Comments

Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, trainees exigindo que você já seja um expert na sua área com 20 (!) anos e todas as dúvidas que pairam na cabeça na hora de decidir o rumo profissional, nada mais comum do que, às vezes, os jovens se concentrarem apenas nos seus pontos fracos.

É muito importante que antes de tentar alguma vaga ou se preparar para um entrevista você faça uma autoavaliação de suas características. Seus principais pontos fracos e fortes, sem deixar que os pontos fracos façam você se subestimar ou os fortes gerarem confiança em excesso. Equilíbrio é o ponto chave.

Se você é daqueles que só consegue se concentrar nos pontos fracos, aqui vai uma lista feita por  Marcus Buckingham, autor do livro “Descubra seus pontos fortes”. Não é autoajuda! É autoavaliação.

Dica boa também para fugir do óbvio que você custuma falar nas entrevistas, como proativo ou inovador. Diferencie-se!

1. Adaptabilidade: através das escolhas que são criadas, encontra-se o futuro. Vive o momento;

2. Analítico: desafia as pessoas, é objetivo e desapaixonado;

3. Ativação: é impaciente pela ação. Toma decisão, age e aprende;

4. Auto-afirmação: assimila a autoconfiança. Assume riscos e novos desafios. Tem autoridade em tomar decisões e agir.

5. Carisma: conquista os outros e gosta do desafio de conhecê-las;

6. Comando: toma a frente. Impõe os pontos de vista.

7. Competição: compara. Desempenho é o paradigma definitivo.

8. Comunicação: explica, descreve, recebe, fala. Gosta de idéias.

9. Conexão: nada acontece sem que haja uma razão;

10. Contexto: olha para trás para enxergar as respostas;

11. Crença: é portador de certos valores essenciais duradouros;

12. Desenvolvimento: vê os potenciais dos outros;

13. Disciplina: seu mundo é previsível;

14. Empatia: sente as emoções das pessoas ao seu redor;

15. Estudioso: adora aprender;

16. Excelência: transforma o bom em soberbo;

17. Foco: gosta do objetivo claro;

18. Futurista: vê detalhe para frente, para o amanhã;

19. Harmonia: procura zonas de entendimento;

20. Ideativo: é fascinado pelas idéias;

21. Imparcialidade: o equilíbrio é importante;

22. Inclusão: inclui as pessoas e faz elas se sentirem parte do grupo;

23. Individualização: é curioso com as qualidades únicas de cada pessoa;

24. Input: coleciona coisas, informações, fatos, livros, citações;

25. Intelecção: gosta de pensar. Determina o que gosta de pensar;

26. Organização: gosta de ter controle da situação;

27. Pensamento estratégico: capacita abrir o caminho em meio à desordem;

28. Positivo: é generoso com elogios, rápido para sorrir;

29. Prudência: é cuidadoso, vigilante, reservado;

30. Realização: começa cada dia do zero e se sente muito bem no final;

31. Relacionamento: tem atitude, se aproxima mais de quem já conhece;

32. Responsabilidade: assume a pose psicológica de tudo que se envolve;

33. Restauração: adora resolver problemas;

34. Significância: é relevante aos olhos da outras pessoas;

Fonte: www.rhcentral.com.br (http://bit.ly/eFzNwg). via AIESECBrasil

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Destino: Índia

aiesec » 05 outubro 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio, liderança » No Comments

Trabalhar em outro país, imerso em uma cultura totalmente diferente da que se vive, é um desafio que proporciona crescimento pessoal e enriquece o currículo de qualquer estudante.

Eduardo Braga, formado em Engenharia Elétrica pela UFJF, aceitou o desafio de realizar um intercâmbio para a cidade de Pune (Índia), onde trabalhou na Suzlon Energy, empresa indiana fabricante de turbinas e geradores de energia eólica.

Diversidade cultural: Brasil e Índia:

A Índia é um país mais conservador e que preza bastante por suas tradições culturais. Tive a impressão de que a hierarquia é um fator mais pronunciado na sociedade indiana do que na brasileira.  Outro ponto que me chamou a atenção é o quanto o indiano valoriza a educação e a formação intelectual, independente de sua camada social. No Brasil, é comum vermos camelôs vendendo CDs piratas e outras bugigangas. Na Índia, é comum vermos camelôs vendendo livros a preços irrisórios!

Intercâmbio e Liderança:

O autoconhecimento é algo fundamental para todo profissional que quer atingir o sucesso. Não obstante, aquele que quer exercer um cargo de liderança deve, antes de tudo, conhecer a si mesmo. Para exercemos influência sobre os outros devemos estar convictos de nossos valores, pontos fortes e fracos e de que forma podemos contribuir para que os resultados sejam atingidos através da equipe. O intercâmbio é com certeza uma boa forma de se conquistar o autoconhecimento, pois levou a uma reflexão sobre minha personalidade, potencialidades, fraquezas e a forma como reajo a situações inesperadas.  Além disso, um líder eficaz possui elevado grau de empatia que o possibilita conhecer profundamente cada um dos membros de sua equipe e extrair o melhor de cada um deles. A empatia, por sua vez, requer flexibilidade, que é uma característica intrínseca do intercâmbio, pois vivenciamos uma cultura distinta, convivemos com intercambistas de outros países e temos que nos adaptar a um mundo diferente. Tudo isso nos fornece um maior grau de flexibilidade e auxilia no desenvolvimento da empatia.

Crescimento pessoal e profissional:

Do ponto de vista pessoal, vivenciar uma cultura completamente diferente e conviver com intercambistas de diversos países me proporcionou um ganho inestimável. Percebi que esse aspecto contribuiu bastante para o meu amadurecimento como pessoa. Além disso, conhecer de perto o modo de trabalhar do indiano foi extremamente vantajoso, principalmente pelo fato de a Índia ser um dos principais países emergentes e, dessa forma, ter a tendência de intensificar suas atividades econômicas com outros países, incluindo o Brasil.

Profissionalmente falando, o estágio num departamento de treinamento e de desenvolvimento de pessoas me deu uma visão completamente nova e foi uma situação inédita, pois tenho uma formação estritamente técnica e, até então, nunca havia trabalhado em outro setor. De certa forma, posso dizer que ter encarado este intercâmbio em uma função completamente distinta da minha área de formação foi um tanto quanto desafiador.

Como se preparar para um intercâmbio na Índia?

É importante que a pessoa esteja disposta a encarar o choque cultural que ocorre no início do intercâmbio, pois a Índia é um país muito diferente do Brasil. Pode ter certeza de que este é o destino certo para aqueles que desejam estar realmente imersos em uma cultura diferente e colher os frutos de uma experiência única. Também é interessante procurar detalhes sobre a empresa e o escritório local que o irá receber através da rede de ex-intercambistas da AIESEC. Vários brasileiros já realizaram intercâmbio em diversas partes do país e com certeza poderão lhe dar informações preciosas a respeito do local que se pretende ir.

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Experiência de liderança e de intercâmbio: um diferencial para a sua carreira

aiesec » 05 setembro 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio, liderança, Notícias, Processo Seletivo » No Comments

A graduada em Administração de Empresas e Diretora de Comunicação e Marketing da AIESEC em Juiz de Fora em 2008, Beatriz Melo, conta como a experiência de trabalho na AIESEC e o intercâmbio tornaram-se um diferencial para que ela conseguisse ingressar no Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG).


Como conheceu a AIESEC? Por que decidiu trabalhar na organização?

Meu primeiro contato com a AIESEC foi logo que entrei na faculdade de Adminstração, na FEA/UFJF, no primeiro semestre de 2005. Ouvi falar, através de amigos sobre uma organização internacional de estudantes e logo me interessei. Procurei saber mais sobre a AIESEC, e logo vi que não era uma simples organização, e que representava uma grande oportunidade pra mim, mas infelizmente a extensão de Juiz de Fora daquela época fechou as portas. Quase três anos depois eu conheci um grupo de estudantes que estavam estudando a viabilidade de trazer a AIESEC para Juiz de Fora. Como sempre me interessei pela proposta da organização, logo me envolvi com o grupo. O que sempre me atraiu na AIESEC é o fato de ela ser uma organização totalmente gerida por estudantes e estar presente no mundo inteiro. Na época, eu tinha planos de fazer um intercâmbio para estudar e ter mais contato com a língua inglesa. Resolvi adiar esse plano pra 2009, e fazer um intercâmbio profissional pela AIESEC, pois sabia que a experiência na organização seria muito útil no futuro.
Hoje, no mercado de trabalho, como você sente a atuação na AIESEC no seu desenvolvimento pessoal e profissional? Como a AIESEC ajudou em sua preparação?

A proposta e a estrutura da organização proporciona uma oportunidade única de desenvolvimento para jovens estudantes, formando profissionais diferenciados no mercado de trabalho. Por funcionar como uma empresa, embora sem fins lucrativos, a AIESEC foi uma excelente plataforma para me desenvolver profissionalmente. O fato de estar presente no mundo inteiro, me permitiu, enquanto membro e intercambista da AIESEC, compartilhar melhores práticas de gestão com pessoas de vários lugares, conviver e trabalhar com pessoas de várias formações e localidades, pensar em estratégias que alinhassem uma visão global à realidade local… Tudo isso sem dúvida me ajudou a estar melhor preparada para o mercado de trabalho.
Quais foram os seus maiores desafios dentro da AIESEC?

Posso citar dois grandes desafios, o primeiro com relação a fundação da organização. A AIESEC em Juiz de Fora foi fundada em janeiro de 2008, éramos 8 no total, durante um curto espaço de tempo trabalhamos duro para estruturar a organização em Juiz de Fora, e alocar novos colaboradores que nos ajudassem a alcançar nossa estratégia de expansão. Além da responsabilidade de estar promovendo e posicionando localmente uma organização global, eu tive que desempenhar funções, até então, novas pra mim. O segundo maior desafio foi em relação ao intercâmbio. Eu queria ir para um país em desenvolvimento que falasse inglês, e atuar como estagiária de gestão em alguma área de meu interesse. Até então nunca tinha pensado em ir para Índia, a não ser para um breve passeio. Foi quando apareceu uma oportunidade bastante interessante de trabalho lá, e depois de muito perguntar e pesquisar, decidi meu destino. Não precisa nem falar que a Índia é muito diferente do Brasil, e conviver com toda essa diferença, de hábitos, costumes, sotaques, gostos, e etc, com certeza foi um grande desafio, que hoje eu lembro com grande saudosismo!
Qual a diferença que o intercâmbio fez para o seu desenvolvimento? Como foi a experiência da liderança e depois o intercâmbio?

Durante o meu intercâmbio eu pude desafiar minha visão de mundo, vivendo em um país de cultura e costumes bem diferentes do Brasil. Pude sentir de perto um pouco da realidade de uma empresa indiana e trabalhar com indianos. Tive a oportunidade de conviver também com pessoas de várias partes do mundo, e ver que além das diferenças, todos tinhamos muito em comum, como a busca por sermos cada vez melhores e impactar positivamente a sociedade em que vivemos.
Porque você recomendaria que alguém vivesse a experiência da AIESEC?

Eu recomendo a AIESEC para qualquer um que busque desenvolvimento pessoal e profissional. A AIESEC proporciona grandes oportunidades e desafios para quem tem esse objetivo. Além disso, abre as portas para uma grande rede global composta por pessoas de várias formações, crenças e costumes; é gerida por pessoas de grande competência, e conta com o apoio de parceiros de peso.
O que está fazendo atualmente?
Atualmente trabalho como Analista Consultora no INDG (Instituto de Desenvolvimento Gerencial – www.indg.com.br), ingressei através do programa de trainee, em maio deste ano. Atualmente trabalho em um projeto em uma empresa de mineração, perto da grande BH, que visa auxiliá-la no alcance de suas metas anuais.

E você, que tipo de experiências está vivendo? Inscreva-se no Processo Seletivo para trabalho no escritório da AIESEC em Juiz de Fora e viva esta experiência! Clique aqui.

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Como a AIESEC prepara o jovem para o mercado de trabalho

aiesec » 30 agosto 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Destaque, liderança, Notícias, Processo Seletivo » No Comments

A estudante de Engenharia Elétrica e Diretora de Relações Internacionais da AIESEC em Juiz de Fora em 2009, Maisa Barbosa, conta como a experiência de trabalho na AIESEC tornou-se um diferencial para que ela conseguisse ingressar em uma das maiores empresas do setor de geração do Brasil.

Por que você decidiu entrar na AIESEC?

“Entrei na AIESEC em abril de 2008, no primeiro processo seletivo da AIESEC em Juiz de Fora. Um dos fundadores da AIESEC era meu amigo, da minha sala. Ele sempre me falava sobre essa tal “organização”. Eu nem sabia muito bem o que era, mas me interessei pela idéia da gestão e das oportunidades, pois estava mesmo à procura de um lugar em que eu pudesse tomar a iniciativa e liderar, e via pouco disso na faculdade. Também me impressionou muito o fato de ele estar tão envolvido com essa iniciativa, já que ele até desistiu de fazer um intercâmbio comigo e com um colega, e também porque sempre admirei sua inteligência e sabia que ele não estaria trabalhando tanto se não valesse muito a pena.”

Depois de ter entrado na organização, o que fez com que você ficasse e seguisse carreira?

“Nunca esquecerei o encerramento da etapa de dinâmicas do processo seletivo. A Faviane (Diretora de Gestão de Talentos na época, e que viria a ser a Presidente da AIESEC em Juiz de Fora em 2009) nos desafiou a refletir sobre as nossas aspirações e buscas, ao som da música “caçador de mim”. Senti uma grande afinidade com a AIESEC, porque vi pessoas “inquietas”: que, como eu, queriam mais de si mesmas, queriam desafios, e não encontravam nas atividades normais da faculdade o ambiente que as possibilitasse expressar e canalizar essa inquietude. Uma de minhas grandes amigas, a Camila, Diretora de Gestão de Talentos em 2008, resumiu minha contribuição como diretora  da AIESEC: a “voracidade”. E acho que foi isso que me manteve na AIESEC: uma enorme vontade de me superar, e o fato de encontrar pessoas assim também.”

Quais cargos de liderança você o ocupou? Como foi? Qual o aprendizado obtido no(s) cargo(s)?

“Em 2008, assumi, no fim do ano, a responsabilidade pelo I AIESEC Networking, um evento corporativo com o objetivo de atrair parceiros. Foi uma experiência muito importante, pois despertou em mim a vontade de liderar e de trabalhar em projetos desafiadores, e também me confrontou com as minhas limitações em lidar com pessoas diferentes e em gerir meu tempo, me preparando para o cargo seguinte. Em janeiro de 2009, comecei minha carreira como Diretora de Relações Corporativas, cargo no qual fui desafiada a quebrar meus paradigmas e idéias pré-concebidas desde o início, vivendo intensamente a diversidade e desfrutando dela. Também desenvolvi uma enorme capacidade de superar frustrações e de trabalhar sob pressão, canalizando a tal “voracidade” para a solução de problemas e identificação de tendências, o que me levou, inclusive à uma mudança na estrutura da área para Relações Internacionais. A nova área, criada a partir da identificação da necessidade de trabalhar interfaces e a visão holística da organização, colocou-me ainda, em contato com o ambiente internacional da AIESEC, potencializando a experiência de diversidade e flexibilidade de opinião. Mas nenhum desses aprendizados se compara ao auto-conhecimento e à sensibilidade aos outros que a liderança na AIESEC me proporcionou. Ser, mais do que responsável por metas, responsável pelo desenvolvimento pessoal de outros membros, foi incrivelmente mais desafiador do que minhas provas de cálculo ou minhas negociações com empresas, e colocou-me em contato direto com a missão da AIESEC.”

Como você acha que a AIESEC desenvolveu liderança em você?

“A liderança e o desenvolvimento da AIESEC vêm pela prática, suando a camisa.  A AIESEC é a plataforma, ela disponibiliza o que você precisar para atingir seus objetivos, desde que você assuma a responsabilidade pela sua própria experiência. Quando você se dispõe a sair de sua posição de conforto, e se compromete com um objetivo “inatingível”, trabalhando com pessoas diferentes e situações inusitadas, não há outra escolha a não ser quebrar seus paradigmas, deixar as desculpas de lado, e se superar: Somos limitados não pelas nossas capacidades, mas pela nossa visão. Quando você entende na prática a missão da AIESEC, de promover a paz e o preenchimento das potencialidades humanas, fica mais fácil ser um bom líder!”

Quais as três coisas ou experiências mais valiosas que você obteve durante a sua experiência na AIESEC?

“Certamente, as pessoas que tive a oportunidade de conhecer na AIESEC me proporcionaram aprendizados que levarei comigo. A diversidade dos membros da AIESEC é tão significativa que chega a ser irônica a extrema afinidade de valores, o chamado perfil AIESECo, a essência da AIESEC. São grandes amigos, pessoas que me desafiam, que me mostram perspectivas completamente diferentes, e com as quais me divirto muito também! E com certeza, futuros colegas de trabalho, parceiros, contatos de networking.”

A segunda experiência mais valiosa é a de ver o desenvolvimento dos membros dos quais você é líder. Nada é mais gratificante e comprova mais verdadeiramente uma liderança bem sucedida do que o crescimento dos liderados. É muito bom vê-los como líderes agora, dando continuidade  ao meu trabalho e superando minhas conquistas!

E a terceira, mas não menos importante experiência, é o impacto que a expereência internacional promove, em nós mesmos, intercambistas e membros, e nas pessoas e organizações que vivem indiretamente essa experiência. A AIESEC escolheu o intercâmbio internacional como a forma de atingir a paz e o preenchimento das potencialidades humanas, e não consigo pensar numa melhor forma de alcançar isso, pois o intercâmbio é capaz de enormes transformações!

Você sente que é uma pessoa diferenciada no mercado de trabalho após ter passado pela AIESEC? Por quê?

“Definitivamente, as habilidades de liderar, de pensar estrategicamente, de tomar iniciativa e de trabalhar sob pressão se destacam no mercado de trabalho. Faço faculdade de engenharia elétrica, e hoje trabalho numa das maiores empresas do setor de geração do Brasil. Destaquei-me na seleção para esse cargo pela postura madura e pela visão estratégica, que meu supervisor de estágio disse não ter encontrado em nenhum outro candidato, e que eu atribuo 100% à AIESEC. Entretanto, acredito que o que mais me diferencia como profissional são os valores que encontrei na AIESEC. Apesar de meu trabalho na organização não ter sido na área de engenharia, a profunda reflexão sobre nós mesmos e o mundo a nossa volta que a AIESEC promove, fez com que eu me “encontrasse” como profissional. Graças à AIESEC, sei o que é importante para mim, sei como posso me desenvolver e gerar um impacto positivo através de minha carreira. Posso dizer que estou mais preparada para ser uma engenheira de sucesso e apaixonada pelo que faz, que sabe o que quer e que escolhe seus próprios caminhos.”

Por que você recomendaria a AIESEC?

“Eu recomendaria a AIESEC às pessoas que estão em busca de desafios pessoais e únicos, pois a organização que possibilita a seus membros serem os autores de suas próprias experiências. Ela proporciona infinitas possibilidades, num ambiente favorável, para nos desenvolvermos como pessoas e como profissionais. Conecta-nos com as mais importantes tendências, as mais diversas culturas e, certamente, com os CEO’s do futuro; e confronta-nos com nossos próprios valores, aspirações, capacidades e limitações. Aqueles que entram de cabeça nessa organização tornam-se não apenas pessoas mais qualificadas, mas pessoas que sabem o que querem, e usam suas habilidades para chegar lá.”

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O papel da liderança no mundo corporativo atual

aiesec » 23 agosto 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, liderança, Notícias » No Comments

Criados em berço digital, os integrantes da tão falada Geração Y (nome dado aos nascidos entre 1978 e 1990) se preparam para assumir o lugar de seus pais na direção do mundo. Impacientes, preocupados com sua imagem pessoal, com o meio-ambiente e, ao mesmo tempo, ultratecnológicos, esses jovens vêm caminhando rumo ao mercado. Entre as tantas características que rodeiam tal geração, a insubordinação se caracteriza como uma das principais. Achar uma maneira de driblar a ausência de submissão dos novos cidadãos e trabalhadores é uma missão desafiadora, tanto para a geração que se despede quanto para a que vem vindo. Como governar, gerenciar, controlar, comandar e conduzir essa nova geração que não aceita ordens e se recusa a ouvir “não” como resposta?

Dentro desse contexto, torna-se perceptível a necessidade de ser criada uma nova forma de gestão. “Chefiar” não é mais a palavra de ordem. Nasce, então, o papel da liderança dentro de uma empresa, de um país e, ainda maior, do mundo. O gestor precisa mais que ser um chefe, ser um líder. Enquanto as funções do primeiro ficam restritas às exigências e cobranças, o líder, por sua vez, busca conduzir e inspirar de forma ética, formando uma equipe equilibrada e motivada a gerar sempre resultados.

Atender às expectativas da Geração Y, gerenciar os novos talentos que vêm surgindo, ordená-los durante essa transição de gerações. Grandes missões pelo caminho. A valorização de características como autoconhecimento, aprendizado ativo, mente aberta e espírito inovador torna-se imprescindível a todos que aspiram ingressar no  atual mercado de trabalho, que mais parece um campo de batalhas, em que profissionais com experiência a usam como trincheiras, tentando escapar da guerra por entre os buracos. Como, então, sair da faculdade com o preparo necessário para o mercado? Muitas organizações hoje oferecerem a oportunidade de desenvolvimento ao universitário, seja ela profissional ou de liderança. A AIESEC se destaca pelo diferencial único.

Presente em mais de 110 países e reconhecida pela UNESCO como a maior organização de estudantes do mundo e a única totalmente administrada pelos mesmos, a AIESEC foi criada há 62 anos por 7 países Europeus, num contexto pós Segunda Guerra e tinha por objetivo alcançar a paz mundial e estreitar as relações comerciais com os antigos inimigos. Ao longo dos anos, o conceito foi evoluindo, e a sigla que inicialmente significava Association Internationale des Étudiants en Sciences Écomonique et Commerciales (Associação Internacional dos Estudantes de Ciências Economicas e Comércio) deixou de representar a visão da organização. Ficou a sigla, AIESEC. Atualmente composta por universitários de qualquer instituição de ensino superior,  pós-graduandos ou graduados/pós-graduados em até dois anos, que possuam até 30 anos, a organização tem como objetivo a paz mundial e o preenchimento das potencialidades humanas.

Esses jovens acreditam que, através de intercâmbios profissionais e trabalhos dentro da organização, sairão melhor preparados para o mundo que os espera. O que a diferencia, então, de tantas outras empresas e organizações que também procuram desenvolver a liderança e explorar a vivência internacional?

Com mais de 4.500 empresas parceiras, AIESEC proporciona a oportunidade de trabalho internacional provendo aos seus membros a visão global essencial para competir no mercado. Ao mesmo tempo, com o trabalho dentro da organização (que é dividida local, nacional, regional e internacionalmente em áreas como Relações Internacionais, Gestão de Talentos, Finanças, Gestão de Intercâmbios e Comunicação), os membros adquirem experiência profissional dentro de um ambiente internacional de trabalho, uma vez que a AIESEC é uma rede, em constante contato com os 110 países que a compõe e, mais do que isso, desenvolvem a liderança, palavra-chave para abrir as portas de mercado, através de posições de liderança que podem ser conquistadas dentro da organização.

Os valores da AIESEC e as competências desenvolvidas através do trabalho interno encaixam-se perfeitamente no mundo competitivo em que vivemos. Ativar lideranças, demonstrar integridade, agir sustentavelmente, trabalho em equipe, participação ativa, busca pela excelência e vivenciar a integridade, junto com o desenvolvimento de inteligência emocional, do olhar empreendedor, responsabilidade social, visão global e aprendizado ativo fazem dessa organização uma verdadeira plataforma de desenvolvimento, onde o universitário, mais que ter o diferencial em seu currículo, torna-se ele próprio o diferencial.

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por Bruna Estevanin


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aiesec » 08 abril 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Alumnus, liderança, Processo Seletivo » No Comments

“A minha experiência na AIESEC começou já no processo seletivo em setembro de 2008, quando, no primeiro período da faculdade de Comunicação, pude participar de dinâmicas, entrevista e exame de línguas, momento importante para eu entender o tamanho daquela organização e as proporções que aquele “estágio” poderia tomar na minha vida. Não seria uma experiência qualquer de trabalho, seria o grande momento em que eu poderia me desenvolver profissionalmente, trabalhando com temas como internacionalismo, sustentabilidade e responsabilidade social, estando um passo a frente dos meus colegas de faculdade.

Fui alocada na área de Gestão de Talentos, na qual trabalhei por 3 meses como membro responsável por treinamentos, avaliação de competências e coaching. Mas, percebi que precisava me desafiar e procurar me desenvolver ainda mais. Foi então que me candidatei para o cargo de diretora da área de Gestão de Talentos e fui eleita para trabalhar durante um ano como Corpo Executivo da organização.
Lidar com planejamento, metas, prazos, gestão, processo seletivo e acompanhamento de todos os talentos da AIESEC em Juiz de Fora trouxe frutos que eu nunca imaginaria ter como uma profissional da Comunicação.

A experiência na AIESEC é um intercâmbio por si só, pois você convive com membros de outros cursos, e aprende a entender o mundo de uma forma muito mais plural. Acredito que o grande diferencial de viver essa experiência é a troca diária, é o desenvolvimento sem fim, é você poder sempre escolher desenvolvimento e a AIESEC te oferecer o mundo como opção.”

Camila Rodrigues Guedes é estudante do quarto período de Comunicação Social da UFJF,  foi diretora de Gestão de Talentos da AIESEC em Juiz de Fora no ano de 2009, e hoje é estagiária da Kojio Comunicação.

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aiesec » 07 abril 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, AIESEC Juiz de Fora, Alumnus, liderança, Processo Seletivo » No Comments

“Fui membro da AIESEC em Juiz de Fora ao longo de todo o ano de 2005, quando passei pelas áreas de Finanças, Relações Corporativas e, por fim, assumi o cargo de Presidente do Escritório.

A AIESEC foi fundamental para meu desenvolvimento pessoal e profissional, de modo que hoje atribuo várias das conquistas que obtive ao enorme crescimento proporcionado pela experiência de AIESEC. Primeiramente, considero o auto-conhecimento fundamental para o sucesso e pude conhecer minhas forças, fraquezas e limites encarando desafios e, principalmente, traçar meu plano para o desenvolvimento de minhas potencialidades, o que me proporcionou auto-confiança e me fez ver com mais clareza tudo aquilo que sou capaz.

A oportunidade de praticar conceitos e teorias que até então eram apenas idéias no papel também foi fundamental para a construção do meu conhecimento em Administração e, mais que isso, para que eu tivesse certeza de que estava definitivamente no “curso certo”. Ainda, o aprimoramento do nível de inglês, as oportunidades de desenvolvimento da minha rede de contatos sociais, as eternas amizades surgidas e os inesquecíveis momentos de diversão proporcionados foram todos aspectos extremamente importantes para fazer da minha experiência na AIESEC uma forma única e diferenciada de desenvolvimento, intensa e inesquecível. Foram certamente muitos dos momentos mais marcantes de minha vida e também muitos dos momentos e pessoas com as quais mais aprendi e me desenvolvi. Não tenho dúvidas sobre a capacidade da experiência na AIESEC tem de fazer os jovens descobrirem e realizarem seus potenciais e acredito fortemente na utilização desta capacidade para a construção de gerações de jovens líderes, responsáveis e que contribuam com seu impacto positivo por um futuro melhor.”

Marcelo Oliveira Daher foi Diretor e Presidente da AIESEC em Juiz de Fora em 2005. É formado em Administração pela UFJF e hoje é consultor do INDG (Instituto de Desenvolvimento Gerencial), empresa fundada pelo empresário Vicente Falconi Campos.

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aiesec » 06 abril 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Destaque, liderança, Processo Seletivo » No Comments

“Entrei para a AIESEC no começo de 2008, quando estava no primeiro período do curso de Economia. Fui alocada no time de finanças, onde participei como membro no primeiro ano e no ano seguinte fui eleita Diretora de Finanças. A experiência de gestão foi incrível, ser responsável final por uma área, coordenar os membros, atingir resultados através de outras pessoas e aprender com a prática fez toda diferença para mim. Ao final da minha gestão percebi que era o momento de encarar a experiência do intercâmbio, afinal eu havia trabalhado 2 anos promovendo intercâmbios. Em Janeiro de 2010 embarquei para Budapeste, na Hungria, onde trabalhei por dois meses em uma ONG, com finanças e planejamento. Conhecer uma cultura diferente, trabalhar no exterior e encarar desafios foi incrível! Tenho certeza que fazer parte da AIESEC foi um diferencial para mim, possibilitou que eu me conhecesse melhor, acreditasse mais no meu potencial e conhecesse pessoas maravilhosas. Fazer parte da AIESEC é realmente uma ‘Life Change Experience’! ”

Mônica Rodrigues, aluna de Economia da UFJF, entrou na AIESEC em abril de 2008, foi membro de finanças durante um ano e foi diretora da área pela AIESEC em Juiz de Fora no ano de 2009. Em 2010, realizou seu intercâmbio numa ONG de proteção a animais na Hungria, onde exercitou o conhecimento adquirido durante seu trabalho com planejamento estratégico, gestão organizacional e finanças.

“Aos 20 anos, liderei um grupo de 40 talentos de uma das grandes faculdades do país. Hoje, com 21, sou responsável pela estratégia de desenvolvimento e treinamento de 32 escritórios espalhados pelo Brasil. Ter sido um dos fundadores da AIESEC em Juiz de Fora e ter continuado na carreira foi uma das melhores escolhas que já fiz. Os contatos e as competências que adquiri aqui, com certeza, estão me preparando para atingir meus objetivos pessoais e profissionais.”

Rodrigo Teixeira, aluno de Comunicação Social da UFJF, foi Presidente e um dos fundadores da AIESEC em Juiz de Fora em 2008, e é o atual gerente de Desenvolvimento Estratégico da AIESEC no Brasil em 2009/2010, responsável pelo treinamento e capacitação dos 32 escritórios da AIESEC no país, que totalizam mais de 2500 membros atuantes.

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Liderança consciente

aiesec » 22 março 2010 » In Alumnus, liderança » No Comments

A AIESEC possui muitos cases de sucesso envolvendo ex-membros que tiveram cargos de liderança na organização e que hoje promovem impacto positivo na sociedade. Otto Vontobel é um exemplo disso. O empresário foi diretor da AIESEC em Santa Maria. Além disso, foi diretor e também presidente da AIESEC no Brasil. Atualmente, ele é sócio da CVI, trabalhando com água mineral e refrigerante. Em entrevista para AIESEC em Juiz de Fora Otto fala sobre a liderança e valores.

 1- O atual presidente da Unilever no Brasil, Kees Kruythoff, afirma: “Gosto do tom desafiador dos jovens e acho inspirador ouvi-los”. No atual contexto, qual deve ser o caminho do jovem líder para que consiga atingir o sucesso profissional?
Paciência e Persistência. Acredito na força de vontade e capacidade de realização que os mais jovens têm. Aliar isto ao controle da ansiedade, na minha visão, oportuniza crescimento mais sólido e duradouro. Por analogia, nas corridas do atletismo, existe muita diferença entre correr 100 metros rasos, 1.000 metros ou uma maratona. Vejo a vida como uma maratona e cada um define para onde está correndo, quem são seus treinadores e companheiros de treino e de prova. Focar os esforços no que é ponto forte e ter humildade e sabedoria para reconhecer as limitações, corrigindo quando possível, na minha opinião, levam a uma vida bem sucedida.

2- Qual foi o seu maior desafio como líder?

Manter-me firme em minhas convicções. Você não deveria estar se perguntando, se você tem princípios e valores bem definidos? O que acontece é que praticá-los é mais difícil do que concebê-los. Independente da bandeira que cada um de nós defende (refiro-me a bandeira sendo ela uma marca, uma empresa ou mesmo uma causa), aparecerão momentos em que você estará só e terá que decidir: sim ou não, ele (a) ou eu, direita ou esquerda e a resposta que o levará ao sucesso percebido pelos outros pode ser exatamente a que só você sabe que não é correta frente a suas convicções. Desafios como este definirão ao longo de sua carreira o rumo que ela tomará, e somente as decisões que lhe derem paz de espírito é que darão tranqüilidade ao deitar, mesmo com as incertezas naturais de cada decisão.

3- Qual o seu perfil ideal de líder? Em quem você se espelhou?

Tenho 36 anos, ao longo de minha vida, já me espelhei em muita gente. Acredito que além de familiares bem sucedidos, colegas, professores, amigos e personalidades que fazem bem feito o que se propõe, ou pelo menos, aos meus olhos aparentam fazer o que é correto. Sem querer ser religioso, acredito em Jesus Cristo e ao ler a Bíblia, tenho reconhecido Nele um homem que junta em si várias características do perfil que quero ter: humildade, integridade, determinação, domínio próprio, compaixão, agregação…

4- Como você vê o papel dos negócios sociais no futuro dos investimentos e do mercado?

Em um mercado dirigido por preço, onde todos querem ganhar mais e pagar menos pelo que compram, ter produtos competitivos que possibilitem a ampliação da base de consumidores, em minha visão, também é função social das empresas. Acredito que o nível de consciência das pessoas aumenta devido à inclusão educacional e com isto a percepção dos consumidores passa a valorizar as empresas e os produtos que, além de suprirem a necessidade que se propõem a custo aceitável, cuidam do seu entorno (pessoas e planeta).

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A visão estratégica de um líder

aiesec » 10 fevereiro 2010 » In Destaque, liderança » No Comments

Com mais de 60 anos de história, a AIESEC já desenvolveu o potencial de liderança em jovens dos cinco continentes. Tiago Dadalto Schettino vive essa experiência Aieseca. Ele foi vice-presidente de Gestão da Informação da AIESEC em Vitória em 2008 e Gestor de Informações da AIESEC no Brasil em 2009, trabalhando com desenvolvimento de escritórios. Atualmente, continua no cargo de gestor da informação da AIESEC no Brasil.
Tiago também estagiou em grandes empresas do estado do Espírito Santo, como a Vale do Rio Doce, a Arcelor-Mittal e a Aracruz Celulose. O Aieseco chegou a trabalhar como analista da Vale, em Vitória, com suprimentos. Confira a entrevista de Tiago sobre liderança na área de gestão da informação, perfil de um líder e tendências no mercado de trabalho.

1 – Rolf-Dieter Acker, Presidente da Basf na América Latina, afirma: “Para inovar, é preciso pensar não só no que os consumidores querem agora, mas também no futuro.” Como o envolvimento com questões globais interfere na gestão do líder atual?

Para desdobrar sua estratégia em alinhamento com as necessidades externas o líder atual deve ter conhecimento das tendências que lideram o mercado. As questões globais indicam muito dessas tendências, que influenciarão a tomada de decisão nas empresas. O líder deve buscar se envolver com essas questões a fim de ter uma visão externa consolidada, que permitirá discernir melhor as opções estratégicas, táticas e operacionais para o seu negócio.

2 – A implementação de áreas de Gestão de Informação em empresas tem dado muita força a esta área no mercado de trabalho. Quais, a seu ver, devem ser os focos dos líderes que ambicionam seguir esta carreira? Como você vê a atuação destes profissionais no futuro?

Para trabalhar com gestão da informação um ponto fundamental é ter uma capacidade analítica desenvolvida, e esse deve ser o primeiro passo para os líderes que ambicionam essa carreira. Complementam essa capacidade a visão holística e o diagnóstico sistêmico, onde o líder deve ser capaz de alinhar suas soluções com as necessidades da organização. Finalmente, uma capacidade de comunicação é fundamental para traduzir as mensagens percebidas em suas análises.
Esses profissionais estarão embasando a tomada de decisão nas empresas. Combinando as características acima (capacidade analítica, visão holística, diagnóstico sistêmico e comunicação) eles permitirão que os processos decisórios fluam de maneira mais eficiente e dêem mais impacto às estratégias das empresas.

3 – Qual o seu perfil ideal de líder? Em quem você se espelhou?

Para mim o líder ideal é um que equilibra e facilita o time. Ele consegue fazer surgir o melhor daquelas pessoas e as engaja de uma forma única e poderosa. Esse time trabalha integrado e se complementando, com interações produtivas e entregas de alto desempenho.
Eu me espelhei em pessoas que conseguiram fazer isso acontecer em alguns momentos, como um professor meu de artes marciais, uma líder que eu tive na AIESEC e um facilitador que já nos conduziu a algumas decisões. Não conheço algum líder que seja perfeito sempre, mas reconheço momentos brilhantes de alguns líderes. É nesses momentos que me espelho.

4 – Quais seriam, a seu ver, as duas maiores tendências de mercado que influenciarão as empresas nos próximos dois anos?

Primeiramente a Conectividade, pois estamos evoluindo a forma como as pessoas se comunicam e, principalmente, como elas percebem o mundo a sua volta. Cada vez mais surgem novos meios de adquirir e interagir com informações. Setores diretamente ligados com a evolução tecnológica, como o de Telecomunicações, estarão à frente dessa mudança, mas não serão os únicos afetados.
Outra tendência é a Gestão de Talentos, principalmente pela interação cada vez mais forte de gerações diferentes nos postos de trabalho e a necessidade de fidelização desses empregados. O mundo vive uma escassez de talentos perene pelo fato de que as exigências sempre variam e de que as necessidades de trabalho não são previsíveis. Nesse cenário o investimento nos talentos é fundamental, bem como em mantê-los nas organizações.

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