Juiz de Fora


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Quem disse que a única forma de realizar intercâmbio é viver em outro país?

aiesec » 02 agosto 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio » No Comments

A palavra intercâmbio, que significa troca ou partilha, é comumente utilizada para designar programas realizados por organizações, agências e escolas no qual um brasileiro vai viver a troca cultural em outro país. O principal objetivo dos projetos é fazer com que esta pessoa descubra uma nova língua, novos hábitos e costumes, melhore suas habilidades profissionais e conheça outra forma de encarar a vida.

Assim como a AIESEC promove a chance de que os alunos de Juiz de Fora conheçam outras realidades, nós também trazemos pessoas de diversas partes do mundo para entender um pouco mais sobre a cultura brasileira. Ao chegarem ao Brasil, esses alunos estrangeiros passam a viver a troca cultural no momento em que moram com uma família ou grupo de brasileiros, além de aprender, eles também têm muito a ensinar sobre os hábitos dos países onde nasceram.

Vindos dos cinco continentes, os novos habitantes de Juiz de Fora querem sempre mostrar suas comidas típicas, ensinar seu idioma, conhecer mais sobre o Brasil, sobre nossas belezas naturais, nossas festas, nossos costumes e sobre todos os pontos que fazem um intercâmbio cultural acontecer de forma efetiva.

Ficou interessado em fazer um intercâmbio sem sair de casa? Então, cadastre-se aqui! A área de Relações Internacionais fará uma análise dos inscritos e serão selecionados perfis que estejam mais próximos aos objetivos dos intercambistas.

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Uma cidadã global na Bolívia

aiesec » 13 julho 2010 » In AIESEC Juiz de Fora, Alumnus, Intercâmbio » No Comments

Trabalhar por causas sociais é muito importante para quem é beneficiado. No entanto, a gratificação pessoal de quem se esforça para ajudar o próximo supera todos os obstáculos e faz da meta alcançada uma experiência inesquecível. Quando realizado em uma realidade totalmente diferente daquela em que se vive, o trabalho social ganha um significado ainda mais relevante, tendo em vista que só é possível conhecer a si mesmo por meio do outro, do aparentemente diferente.

Mariana Salomão cursa o 4° período de Direito na Universidade Federal de Juiz de Fora. Em sua faculdade, ela costuma ouvir falar em Direitos Humanos. Mas a teoria só se torna relevante quando é colocada em prática. Por isso, ela decidiu agir. Escolheu fazer o intercâmbio da AIESEC “Cidadão Global” em um país economicamente pobre, mas riquíssimo em cultura e em hospitalidade: Bolívia. Veja um pouco do que ela tem a contar sobre esta experiência:

Brasil e Bolívia: proximidade e contrastes

“O intercâmbio na Bolívia foi interessantíssimo, uma vez que este país possui uma cultura muito diferente da nossa. Foi bom ter a oportunidade de viver em um lugar cuja maior parte da população vive no campo e ver línguas nativas que se mantêm tão vivas – Quechua e Aymará – ao lado da língua espanhola. É curioso, também, ver as cholas, índias bolivianas que andam com roupas típicas por toda a cidade. Além disso, a Bolívia oferece lindas paisagens, muitas delas, não temos no Brasil, o que torna a ida ao país ainda mais fascinante.

Fui muito bem recebida pelo povo boliviano, principalmente, pelos membros da AIESEC, que fizeram questão de me apresentar todos os aspectos culturais da Bolívia.

A principal diversidade que eu encontrei foi a comida, que é bem diferente da do Brasil. Eles não têm o costume de comer feijão e massas, por exemplo; além disso, a comida é bastante apimentada, por causa do llajwa, molho bem picante usado em muitos prato. É sempre bom experimentar uma quantidade pequena, porque há llajwas mais picantes que outras, e também não é bom abusar, porque não estamos acostumados com algo tão forte. Normalmente, a refeição é composta por sopa, seguida do prato principal e, por fim, a sobremesa.

A grande quantidade de comércio informal praticado na Bolívia é outra diferença cultural. É bom barganhar, porque o preço sempre cai. Os táxis não possuem taxímetro, o que torna necessário combinar o preço antes da corrida. Na maioria das vezes, também é possível barganhar (e quando não o é, sempre há outro táxi que vai aceitar sua proposta).

A experiência sócio- profissional em Cochabamba

Trabalhei por três meses em Cochabamba, cidade do interior da Bolívia, de segunda a sexta, na Fundación V.I.D.A. Plena, de 8h às 18h. Primeiramente, o trabalho consistiu em arrecadar recursos para a realização do “Acampamento Nacional para Crianças e Jovens Diabéticos”, para o qual nós conseguimos 4000 euros da fundação alemã Insulin Zum Leben, além de outros recursos de empresas bolivianas. Com um montante suficiente, passamos a planejar o acampamento, que se realizou em Santa Cruz de La Sierra, de 21 a 24 de janeiro de 2010.

Após o evento, trabalhamos no projeto “Laboratório Móvel”, que consiste em possibilitar o acesso a certos exames a diabéticos e a pessoas que correm o risco de desenvolvê-la. O objetivo é a prevenção, o diagnóstico e o tratamento da doença, a fim de evitar possíveis complicações. Nossa missão foi organizar o projeto e enviá-lo a fundações internacionais, com o intuito de conseguir doações.

Este intercâmbio me fez aprender a lidar com situações, muitas vezes difíceis, uma vez que a fundação na qual trabalhei contava com poucos recursos. A liderança e o trabalho em equipe foram fundamentais para buscar patrocínio e realizar projetos , gastando pouco dinheiro.

Por meio desta experiência, conheci mais sobre a Diabetes, doença que afeta inúmeras pessoas no mundo inteiro. Além disso, o período em que estive em um dos países mais pobres da América Latina foi muito importante para desenvolver o autoconhecimento. Ver a realidade do povo boliviano de perto foi fundamental para que eu pudesse ampliar minha visão de mundo e, também, melhorar minhas atitudes com relação às pessoas.”

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Rússia: um destino surpreendente

aiesec » 02 julho 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Alumnus, Intercâmbio » 1 Comment

Morar em um país distante, longe de suas raízes, de seus amigos e de sua família pode dar origem a um friozinho na barriga. No entanto, sair da zona de conforto, conviver com pessoas aparentemente estranhas, descobrir semelhanças e aprender com as diferenças, com certeza significa um ganho pessoal incomparável.

Vinícius Lopes, formado em Letras pela UFJF fez de sua experiência de intercâmbio uma grande oportunidade para sua vida profissional. Por meio desta, tornou-se um líder empreendedor e, hoje, aplica os conhecimentos adquiridos durante os três meses em que passou na Rússia, em sua própria escola de idioma. Veja o que Vinícius tem a contar sobre esta enriquecedora aventura:

A decisão de fazer um intercâmbio

Exige-se do homem, hoje em dia, uma visão cada vez mais pluricultural. Hábitos de viagem nos levam à busca por conhecer melhor o mundo e nossas habilidades de adaptação a outros ambientes. Apesar de não concordar muito com essa política que tem tornado experiências no exterior condição
sine qua non, entendi o quanto poderia lucrar pessoal e profissionalmente de uma viagem para o exterior.

Descobri na AIESEC a oportunidade de realizar um sonho pessoal, conhecer a Rússia, e aprimorar minhas qualidades acadêmicas no ensino de língua inglesa. No final de 2008, me senti pronto para encarar essa jornada, formado em Letras pela UFJF e com apoio dos amigos e suporte da família.

Voltei certo de que viajei no momento mais adequado. Foi uma mudança completa de rumo: saí da vertente acadêmica e me desafiei ao empreendedorismo. Hoje, um ano depois, digo que valeu a pena cada medo que eu enfrentei e toda insegurança que superei.

A escolha da Rússia como destino

Sempre quis conhecer a Rússia por dois de seus atrativos: arquitetura e história. Mas, após decidir fazer um intercâmbio pela AIESEC, houve um longo processo de procura por vagas para mim. Eram muitas possibilidades em diversos países, uma vez que eu era um dos poucos candidatos do programa Teaching to Learn disponíveis na época. Fui selecionado para estagiar durante três meses no Centro de Educação Intensiva B.IQ., na cidade de Ufa, capital da República do Bascortostão, nos Montes Urais, parte europeia da Federação Russa. Dar aula de inglês apresentando a cultura brasileira foi uma combinação muito atraente. Igualmente, a oferta de acomodação, alimentação e transporte, bem como um salário, além do carinho no trato por parte da @ UFA me fizeram viajar confiante de que teria uma experiência muito positiva.

Diferenças culturais entre Brasil e Rússia

O que exige muita adaptação é o clima. Mesmo no final da primavera, fazia -20ºC. Chegou o verão e, por conta da estrutura própria para suportar o longo inverno, faz um calor muito abafado.

A arquitetura, as comidas, os cheiros… é tudo muito diferente do que estamos acostumados a ter no Brasil. É uma cultura que ainda permanece pouco próxima de nós. Pequenos detalhes nos hábitos higiênicos e alimentares parecem questionáveis.

O trânsito – que admite dois paradigmas do motorista, já que o mercado local importa automóveis com volantes à esquerda e à direita – era muito confuso e eu me sentia inseguro andando de carro. Os ônibus têm um sistema de nomes para cada estação, sem roleta e com pagamento feito direto ao motorista na saída. Ou seja, difícil para quem está acostumado a puxar a cordinha.

Na região em que morei, as religiões predominantes são o catolicismo ortodoxo e o islamismo, ambas consideravelmente diferentes do que se vê costumeiramente no Brasil, principalmente no que diz respeito ao comportamento das mulheres – há uma grande valorização do casamento e rigorosas críticas sexistas.

O fim da União Soviética ainda é recente e o histórico político e social dos russos os tornou um povo alegre, porém desconfiado e temente a novas revoluções. Sexo é um dos maiores tabus – eles acreditam que não há gays lá, por exemplo.

Sair de casa e olhar para os outdoors, placas, propagandas e não entender nada é muito desconfortável – aprender o idioma é um desafio, primeiramente, por conta do alfabeto cirílico, mas também por conta da gramática russa, que faz uso de um sistema de declinações que modificam até nomes próprios, dependendo do contexto. Mas quis interpretar tudo de uma forma positiva e gostei de viver nos padrões russos durante esses três meses.

O impacto do intercâmbio na vida profissional

Fui em busca de crescimento profissional, que era a minha prioridade no momento. Muito se fala em pós-graduação, mestrado e doutorado. Vejo as pessoas muito preocupadas em entenderem como o homem funciona, mas poucas sabem entender como conviver junto aos homens. Sempre achei a Rússia muito diferente do Brasil. Ao mesmo tempo, o bloco BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) aponta para as nossas semelhanças. Fui atrás de informações sobre a visão de mundo deles. Provou-se muito diferente por várias experiências que vivi.

Nesse tempo, trabalhei com uma metodologia muito interessante, eficiente para o ensino de inglês e diferente de tudo com o que já havia trabalhado e estudado no Brasil. Como minha maior experiência no Brasil foi com um grande público popular e menos favorecido economicamente, trabalhar com grandes empresários me exigiu muitos esforços dos quais não lançara mão até então. Foi um choque grande e positivo.

O maior e mais inesperado ganho foi ter sido desafiado a trazer o Centro de Educação Intensiva para o Brasil. Hoje sou dono do meu próprio empreendimento, fruto da minha experiência na AIESEC e valiosa aliança entre mim e meus amigos e parceiros profissionais russos.


O desafio com o idioma russo

A influência da cultura de países de língua inglesa é menor na Rússia do que no Brasil. Entretando, eles têm mais contato com diferentes línguas do que nós aqui – a região onde morei tem dois idiomas oficiais e muitos têm o alemão como língua estrangeira preferida. Principalmente por isso (mas também por questões fonológicas), os russos têm mais traquejo para lidar com outros idiomas. Entretanto, foi a metodologia da escola em que trabalhei que possibilitou minha comunicação com os alunos, sem que eu soubesse russo ou eles português. Antes de cada aula, eu preparava diálogos com uma estrutura específica, com a qual os alunos já tinham familiaridade. Além disso, expressões corporais também fazem parte da comunicação e o professor de língua estrangeira que toma consciência disso consegue desenvolver um trabalho muito mais eficiente.

Uma experiência de liderança

Meus diretores russos foram dois grandes exemplos de líderes: um de tudo que eu almejo alcançar, outro de tudo que eu não quero para mim. Felizmente fiquei muito próximo de um deles.

Natasha, a minha diretora, é uma mulher muito inteligente, criativa e cheia de gás para por suas ideias em prática, sempre com muita garra para alcançar suas metas. Ela me incentivava a todo momento. Ela tem a cara da AIESEC e, assim, alinhada com os interesse organização, ela é capaz de enxergar o potencial de cada um dos aiesecos que ela recebe. Ela enxergou o meu melhor e explorou isso, porque sabia que o lucro seria para ela também, com alunos satisfeitos e, consequentemente, mais clientes e mais lucros. Foi então que, depois de muitos elogios meus ao material, ela me intimou a passar de professor de inglês a businessman.


O impacto do intercâmbio no desenvolvimento pessoal

Morar em uma cidade estranha, longe de toda sua história, família, amigos, cultura e etc., te leva, antes de mais nada, a seguir instintos. Porém, racionalizar a situação só é possível se você aprende a controlá-los. E foi assim, negociando entre minhas raízes e minha adaptabilidade, que achei o meio termo ideal para me sentir à vontade e me manter de coração e mente abertos durante a minha viagem.

Longe do Brasil, me senti brasileiro, com minhas preferências, hábitos e jeito de pensar diferentes daqueles dos russos. Mais que isso, me senti cidadão do mundo, presente em um país tão distante, conseguindo me comunicar em inglês, capaz de arranhar no russo e me dando tão bem com as pessoas. Falando do meu país e aprendendo tanto sobre outro me levou a me entender como apenas uma grande peça nesse grande quebra-cabeça que é o mundo. Com paciência, tudo se encaixa, redondinho.

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Lista parcial de aprovados do Processo Seletivo 2010.1

aiesec » 21 abril 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Processo Seletivo » No Comments

Os candidatos aprovados receberão um email do Comitê Organizador do Processo Seletivo nas próximas 24 horas com as informações sobre o Discovery Days.

Alice Linhares

Amanda Mazzoni Marcato

Ana Beatriz Marcellos Resende

Andressa Christine Oliveira da Silva

Anelise Polastri Ribeiro

Bruna Estevanin Costa

Camila Carolina da Silva

Carolina Moraes Sarmento de Assis

Carolina Silveira

Celso de Oliveira Santos

Daniele dias Rodrigues

Débora Barbosa Almada

Douglas Novato

Eros Antonio de Oliveira Pena Júnior

Francini Azevedo Santana

Gisele Rocha de Souza

Juliana de Souza Mendes Resende

Letícia Pires Moraes

Lívia Fajardo Leiva dos Santos

Lívia Franco Mautoni

Luciana Gomes

Ludmila Esteves Oliveira

Magda Melo Mourão

Marianna de Alencar e Souza

Nathalie Arruda Guimarães

Pablo Alvim Priamo

Paula Bonfatti de Lima

Pedro Henrique de Souza Assis

Rafaela Alves Felício

Talitha Évely Petrato

Tiago Modesto

Vitor Hugo de Oliveira Araujo

A lista é parcial porque a candidata Giuliana David Giacomini apresentou atestado médico e, por isso, fará a entrevista na próxima quinta-feira, dia 22 de abril. Todos os demais candidatos foram entrevistados.

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AIESEC em JF abre inscrições para intercâmbio

aiesec » 13 abril 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio, Notícias » No Comments

A AIESEC em Juiz de Fora inicia as inscrições para o Processo Seletivo para intercâmbios profissionais. Os interessados têm até o dia 30 de abril para preencher o formulário que se encontra no site. Abaixo você tem acesso à descrição das etapas da seleção e das vantagens do intercâmbio da AIESEC. Confira também os programas de intercâmbio da AIESEC em juiz de Fora e os principais destinos oferecidos.

 

 

 Como é o processo?

1- Você se inscreve para um ou mais programas de intercâmbio da AIESEC em Juiz de Fora. O único pré-requisito é ter no máximo 30 anos, ser formado até dois anos, ser graduando, pós-graduando ou pós-graduado.

2- Você deve assistir a uma das palestras de apresentação da AIESEC e de explicação sobre o Processo Seletivo de Intercâmbio da organização. As palestras vão ocorrer no dia 22 de abril, às 17h, no anfiteatro da reitoria e no dia 27 de abril, às 16h, no anfiteatro da Faculdade de Comunicação.

3- Caso você seja selecionado, entramos em contato com você e agendamos uma entrevista pessoal.

4- Aprovado para a entrevista, o candidato também deverá fazer uma prova de proeficiência de língua estrangeira a ser marcada pela AIESEC em Juiz de Fora.

5- Aprovado na entrevista e na prova, você passará por um período de introdução na AIESEC em que conhecerá mais a organização e os nossos valores e terá uma preparação cultural sobre o país do intercâmbio.

6- Você está pronto para viajar e receberá todas as instruções de como proceder, através da AIESEC em Juiz de Fora.

7- Chegada no país do intercâmbio e início do trabalho.

* Caso você não tenha sido selecionado, você irá receber um email da AIESEC em Juiz de Fora e poderá receber feedback.

** O seguro saúde, o visto, a passagem e a manutenção no país de destino são de responsabilidade do intercambista.

*** A taxa de serviços paga a AIESEC em Juiz de Fora varia de R$ 1000,00 a R$ 1500,00.
Quais são os Programas de intercâmbio da AIESEC em Juiz de Fora?

Cidadão Global: O Programa Cidadão Global permitirá você viver uma experiência cultural em suas próximas férias. Com o Objetivo de desenvolver o empreendedorismo, sensiblidade cultural, responsabilidade social e voluntariado entre os jovens participantes, a AIESEC oferece oprtunidades de intercãmbio em ONG’s e projetos educacionais em destinos surpreendentes. Para mais informaçãoes clique aqui!

Lugar Certo na Hora Certa: Você já se imaginou tendo uma experiência profissional nas novas potências econômicas? Não perca essa oportunidade! Para mais informaçãoes clique aqui!

Teach to Learn: Aprenda Ensinando! O Programa Teach to Learn te permitirá viver uma experiência profissional em um ambiente desafiador.

A AIESEC oferece oportunidades de intercâmbio para universitários brasileiros ensinarem idiomas no exterior. Esse programa tem o objetivo desenvolver a sensibilidade cultural e desafiar a visão de mundo dos jovens. Para mais informaçãoes clique aqui!
 
 Qual é o diferencial do intercâmbio da AIESEC?

As taxas administrativas da AIESEC estão muito abaixo do mercado por se tratar de uma organização internacional que não tem fins lucrativos. O objetivo da AIESEC é desenvolver seus integrantes a partir de experiências como o intercâmbio.  Ao ser selecionado para alguma das vagas, você já é um Aieseco e terá suporte internacional durante  todo o seu intercâmbio. Ao chegar ao país do intercâmbio, você será recebido pelo comitê da AIESEC na cidade e terá garantidos, em algumas vagas, acomodação, transporte e alimentação durante o período de intercâmbio.

Durante o intercâmbio você preenche avaliações de qualidade e a AIESEC em Juiz de Fora manterá contato para ter certeza de que suas expectativas estão sendo superadas.
 

VOCÊ PODE DEIXAR UM IMPACTO POSITIVO EM VÁRIAS PARTES DO MUNDO! POR QUE NÃO?

Inscreva-se no Processo Seletivo de Intercâmbios da AIESEC em Juiz de Fora pelo site.

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Lista de aprovados para a 2ª fase do Processo Seletivo 2010

aiesec » 12 abril 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Processo Seletivo » No Comments

Os candidatos aprovados receberão um email do Comitê Organizador do Processo Seletivo nas próximas 24 horas para o agendamento das entrevistas.

Alice Linhares

Amanda Mazzoni Marcato

Ana Beatriz Marcellos Resende

Andressa Christine Oliveira da Silva

Anelise Polastri Ribeiro

Bruna Estevanin Costa

Bruno Jardim Lopes

Camila Carolina da Silva

Carolina Moraes Sarmento de Assis

Carolina Silveira

Celso de Oliveira Santos

Daniele dias Rodrigues

Débora Barbosa Almada

Douglas Novato

Eros Antonio de Oliveira Pena Júnior

Francini Azevedo Santana

Giuliana David Giacomini

Gisele Rocha de Souza

Hygia Chevitarese Azevedo

Juliana de Souza Mendes Resende

Letícia Pires Moraes

Letícia de Almeida Barroso

Lívia Fajardo Leiva dos Santos

Lívia Franco Mautoni

Luciana Rezende de Oliveira Almeida

Luciana Gomes

Ludmila Esteves Oliveira

Magda Melo Mourão

Marianna de Alencar e Souza

Nathalie Arruda Guimarães

Pablo Alvim Priamo

Paula Bonfatti de Lima

Pedro Henrique de Souza Assis

Priscila Sanches Aquino

Rafaela Alves Felício

Renan Cunha da Silva

Sávio Rodrigues de Carvalho

Talitha Évely Petrato

Tiago Modesto

Vitor Hugo de Oliveira Araujo

Wagner Gouvêa Vidal

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Intercâmbio na Alemanha

aiesec » 13 março 2010 » In AIESEC em Juiz de Fora, Intercâmbio » No Comments

A aluna da especialização em comunicação empresarial, Roberta Carminati, fez um intercâmbio de nove meses pela AIESEC em Juiz de Fora. O destino foi Frankfurt, Alemanha, onde Roberta trabalhou com Marketing. Após viver essa experiência, ela fala sobre o intercâmbio.

“A experiência foi muito enriquecedora, principalmente pelo fato de se vivenciar uma realidade bastante distinta em um país como a Alemanha. O aspecto cultural, a diferença na visão de mundo dos alemães e a rotina diária me fizeram repensar meus valores e referências pessoais. Quanto à atividade desenvolvida na empresa em que trabalhei, foi também de grande valia poder conviver em um ambiente tão internacional, inclusive em uma companhia que não era alemã e sim indiana. Assim, pude confrontar o modo de trabalho indiano/alemão enquanto eu mesma me mostrava como uma alternativa a essas duas formas de se portar na organização.”

1- Quais foram as principais diferenças culturais que você observou entre o Brasil e a Alemanha?

São muitas diferenças… Nem sei se consigo enumerar todas que observei. Na minha opinião, os alemães são muito perfeccionistas, organizados e planejam tudo quanto for possível na vida. É uma forma de tentar encarar os problemas e imprevistos que não usamos tanto no Brasil. Eles também são menos ágeis e competitivos, realizam as atividades, em geral, com mais calma e foco para que o resultado seja o melhor que puderem fazer, levando em consideração a opinião de todos. A sociedade alemã é mais justa e as pessoas têm mais oportunidade de desenvolvimento de acordo com aquilo que pretendem.

2- Que vantagens o intercâmbio proporcionou para sua vida profissional?

O intercâmbio proporcionou um grande crescimento para mim, pois pude viver em um ambiente de trabalho internacional e pude acompanhar o desenvolvimento de vários projetos a nível global porque as decisões eram em geral tomadas na sede da empresa, onde eu trabalhava. Dessa forma, eu vivi muito de perto as estratégias comerciais, financeiras de uma grande empresa e pude inclusive opinar em projetos de crescimento e melhoria de processos, por exemplo.

3- Quais traços culturais dos alemães você considerou mais interessantes? Por quê?

Para mim, foi muito interessante descobrir que os alemães são muito alegres; o que é o oposto do que eu imaginava antes de viajar. Eles têm um certo senso de humor (diferente do nosso!) e tentam fazer piadas e agradar em algumas situações.

4- Que dicas você dá para quem pretende fazer um intercâmbio para a Alemanha?

A Alemanha é bastante burocrática para obter o visto, então, paciência é essencial nesse caso! Acho que também outra dica, que vale para qualquer país, é sempre respeitar a cultura deles e tentar entender como as coisas funcionam antes de julgar.

5- Por que você decidiu fazer um intercâmbio? Por que você o considera importante para sua vida?
Eu decidi vivenciar a experiência do intercâmbio porque sempre imaginava que seria enriquecedora para minha vida pessoal. Quando pude aliar a isso a vantagem de trabalhar na área que gosto, aí realmente não tive dúvidas! O intercâmbio nos faz sair de nossos hábitos e enxergar um mundo maior, com questões bem mais importantes. E pensar sobre essas questões pode nos tornar agentes de transformação na sociedade.

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Uma experiência de desenvolvimento

aiesec » 23 fevereiro 2010 » In Intercâmbio » No Comments

A aluna do curso de Direito, Tatiana Alvim, viveu a experiência de intercâmbio da AIESEC. A estudante passou dois meses em Bucaramanga, na Colômbia, trabalhando na Corporación Ciudad del Nino; uma fundação da cidade. Tatiana realizou atividades na área recreativa dando aulas de capoeira, de teatro e de dança para crianças. De volta ao Brasil, ela conta como foi a viagem.

“A oportunidade de fazer o intercâmbio pela AIESEC foi incrível não só profissionalmente, como pessoalmente. Os lugares, as pessoas e a cultura que conheci ampliaram meus horizontes e minha visão de mundo, transformando-me numa pessoa melhor e mais completa. A experiência me deixou mais responsável, madura, politizada, mas principalmente mais humana. E isso é algo impagável e imensurável. A lição que fica é de que quem se dá, recebe muito mais em troca, em todos os sentidos. Hoje, vislumbro que o que vivi foi um primeiro passo de um processo que não quero deixar de desenvolver em toda minha vida: de estar sempre disposta a conhecer sem preconceito, ceder e escutar, ter disciplina e estar aberta para o novo.”

 1- Por que você escolheu a Colômbia como o destino do seu intercâmbio?

Eu queria um lugar na América Latina, e que fosse diferente do que a maioria das pessoas busca. Queria que minha experiência fosse única, por isso decidi fugir do óbvio, e então surgiram algumas opções, dentre as quais estava a Colômbia. Analisando as vagas disponíveis, encontrei a de Bucaramanga que casava com minhas expectativas; o que foi crucial na decisão do meu destino final.

2- Quais foram as principais diferenças culturais que você observou entre o Brasil e a Colômbia?

O Brasil parece uma ilha na América Latina, por mais clichê que possa parecer dizer isso, e minha experiência me fez ter essa certeza. Na Colômbia todo mundo sabe sobre cultura, arte, música, política dos outros países latino-americanos, enquanto no Brasil a influência norte-americana é muito mais forte.

Fora isso, a Colômbia é um país que por seu contexto histórico desenvolveu uma juventude muito mais comprometida e politizada que o Brasil, e isso é notável nas mínimas coisas.

Por fim, o país tem músicas, danças e comidas muito diferentes das que temos aqui, o que fez a experiência do intercâmbio ainda mais rica e diferente.

3- Você teve algum problema de adaptação na Colômbia?

Não, pelo contrário. Desde o princípio, fui muito bem recebida e assessorada pelos membros da AIESEC de lá. Na verdade, o povo, de uma forma geral, recebe muito bem os estrangeiros.

4- Como você acredita que o intercâmbio te ajudou a desenvolver liderança?

Um líder tem que ser responsável, comprometido com horários e metas e eu pude desenvolver isso na Corporación Ciudad del Nino. Além disso, estar em um país diferente, com uma língua diferente, costumes diferentes, fez com que eu ficasse mais desenvolta para lidar com situações adversas e imprevistos, tendo mais jogo de cintura nesse tipo de situação.

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A visão estratégica de um líder

aiesec » 10 fevereiro 2010 » In Destaque, liderança » No Comments

Com mais de 60 anos de história, a AIESEC já desenvolveu o potencial de liderança em jovens dos cinco continentes. Tiago Dadalto Schettino vive essa experiência Aieseca. Ele foi vice-presidente de Gestão da Informação da AIESEC em Vitória em 2008 e Gestor de Informações da AIESEC no Brasil em 2009, trabalhando com desenvolvimento de escritórios. Atualmente, continua no cargo de gestor da informação da AIESEC no Brasil.
Tiago também estagiou em grandes empresas do estado do Espírito Santo, como a Vale do Rio Doce, a Arcelor-Mittal e a Aracruz Celulose. O Aieseco chegou a trabalhar como analista da Vale, em Vitória, com suprimentos. Confira a entrevista de Tiago sobre liderança na área de gestão da informação, perfil de um líder e tendências no mercado de trabalho.

1 – Rolf-Dieter Acker, Presidente da Basf na América Latina, afirma: “Para inovar, é preciso pensar não só no que os consumidores querem agora, mas também no futuro.” Como o envolvimento com questões globais interfere na gestão do líder atual?

Para desdobrar sua estratégia em alinhamento com as necessidades externas o líder atual deve ter conhecimento das tendências que lideram o mercado. As questões globais indicam muito dessas tendências, que influenciarão a tomada de decisão nas empresas. O líder deve buscar se envolver com essas questões a fim de ter uma visão externa consolidada, que permitirá discernir melhor as opções estratégicas, táticas e operacionais para o seu negócio.

2 – A implementação de áreas de Gestão de Informação em empresas tem dado muita força a esta área no mercado de trabalho. Quais, a seu ver, devem ser os focos dos líderes que ambicionam seguir esta carreira? Como você vê a atuação destes profissionais no futuro?

Para trabalhar com gestão da informação um ponto fundamental é ter uma capacidade analítica desenvolvida, e esse deve ser o primeiro passo para os líderes que ambicionam essa carreira. Complementam essa capacidade a visão holística e o diagnóstico sistêmico, onde o líder deve ser capaz de alinhar suas soluções com as necessidades da organização. Finalmente, uma capacidade de comunicação é fundamental para traduzir as mensagens percebidas em suas análises.
Esses profissionais estarão embasando a tomada de decisão nas empresas. Combinando as características acima (capacidade analítica, visão holística, diagnóstico sistêmico e comunicação) eles permitirão que os processos decisórios fluam de maneira mais eficiente e dêem mais impacto às estratégias das empresas.

3 – Qual o seu perfil ideal de líder? Em quem você se espelhou?

Para mim o líder ideal é um que equilibra e facilita o time. Ele consegue fazer surgir o melhor daquelas pessoas e as engaja de uma forma única e poderosa. Esse time trabalha integrado e se complementando, com interações produtivas e entregas de alto desempenho.
Eu me espelhei em pessoas que conseguiram fazer isso acontecer em alguns momentos, como um professor meu de artes marciais, uma líder que eu tive na AIESEC e um facilitador que já nos conduziu a algumas decisões. Não conheço algum líder que seja perfeito sempre, mas reconheço momentos brilhantes de alguns líderes. É nesses momentos que me espelho.

4 – Quais seriam, a seu ver, as duas maiores tendências de mercado que influenciarão as empresas nos próximos dois anos?

Primeiramente a Conectividade, pois estamos evoluindo a forma como as pessoas se comunicam e, principalmente, como elas percebem o mundo a sua volta. Cada vez mais surgem novos meios de adquirir e interagir com informações. Setores diretamente ligados com a evolução tecnológica, como o de Telecomunicações, estarão à frente dessa mudança, mas não serão os únicos afetados.
Outra tendência é a Gestão de Talentos, principalmente pela interação cada vez mais forte de gerações diferentes nos postos de trabalho e a necessidade de fidelização desses empregados. O mundo vive uma escassez de talentos perene pelo fato de que as exigências sempre variam e de que as necessidades de trabalho não são previsíveis. Nesse cenário o investimento nos talentos é fundamental, bem como em mantê-los nas organizações.

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Liderança segundo um líder

aiesec » 06 fevereiro 2010 » In Alumnus, liderança » No Comments

A AIESEC é uma rede global que tem o objetivo de estimular a descoberta e o desenvolvimento do potencial de liderança dos seus membros, a partir do trabalho dentro da organização e de intercâmbios profissionais, para que impactem positivamente na sociedade.

Conrado Kaczynski viveu a experiência de liderança dentro da organização. Ele foi presidente da AIESEC em Porto Alegre em 2006, Diretor de Desenvolvimento da AIESEC no Brasil em 2007 e presidente da AIESEC no Brasil em 2008. Atualmente, trabalha com empreendedorismo no Instituto Endeavor. Confira a entrevista de Conrado sobre mercado de trabalho e liderança. 

1- A FIAT já firmou acordo com 44 universidades nacionais e internacionais para aumentar o interesse dos universitários por suas oportunidades. A geração Y é conhecida pela rapidez das experiências e alto fluxo de informação. Quais devem ser os focos do estudante universitário para que esteja preparado para o mercado quando estiver diplomado?

Acredito que nesta fase o foco é obter uma alta VARIEDADE de experiências. Pode ser trabalhar em lugares diferentes, executar diversas funções em um mesmo lugar, realizar trabalhos voluntários, estágios, organizar atividades na faculdade, criar projetos, escrever um blog, viajar. Tudo isso vai gerar um auto-conhecimento que vai ser importante para um universitário entender onde estão os seus pontos fortes, que ainda precisa ser aprendido, o que gosta de fazer e que tipo de trabalho se quer desenvolver depois que estiver com o diploma.

 2- Qual foi a situação pessoal de maior dificuldade como líder?

Várias, a maioria delas relacionada a pessoas. Um dia voltei de uma viagem de 20 dias e encontrei minha equipe de 10 pessoas desalinhada, sem vontade de trabalhar e de mau-humor. Estávamos longe das metas, com prazos curtos, psicologicamente cansados e precisávamos de muito esforço para reverter a situação, mas não tínhamos um pingo de energia para dar a volta por cima. Fui atrás da nossa coach profissional e depois de ouvir que a situação era realmente tão ruim quanto eu pensava, passamos 2 horas montando o conteúdo de um discurso que eu teria que ter com eles, e escolhendo o momento certo para isso. Acertamos no ponto. Nunca tinha visto tanta energia surgir do nada. Nessas horas não adiantou nada do que aprendi na faculdade, método nenhum resolveu e dinheiro era inútil. Foi tudo na fala.

3- Qual o seu perfil ideal de líder? Em quem você se espelhou?

Não consigo ver nenhum perfil que seja ideal. Acho que cada situação, e mesmo cada momento dentro da mesma situação, requer um perfil diferente. Considero competente aquele líder que consegue adaptar suas atitudes de acordo com o momento, sabendo alternar com fluência entre centralização e descentralização, entre foco no curto e longo-prazo, ou entre o caos e a organização. De modo genérico, acho que em todo líder deve agir com o princípio de atingir resultados através das pessoas.

Aos 13 anos tive um professor que sabia lidar com gente melhor que qualquer pessoa que conheci até hoje. Uma das pessoas que eu coordenava tinha uma capacidade de mobilização e influência enorme dentro da equipe, mesmo não estando na posição de “chefe”. E um dos presidentes da AIESEC que eu conheci falava de uma forma tão persuasiva e envolvente que acabava conseguindo convencer e levar as pessoas à ação em quase todas as idéias que comunicava. Essas foram algumas pessoas em quem eu me espelhei.

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